Visitantes

contador gratuito

segunda-feira, 7 de abril de 2014

THE BEATLES: ETERNAMENTE.

(POR: WILLIS DE FARIA)

POSTAGEM ESPECIAL.

Como Beatlemaníaco somos, lembramos o dia 22 de março de 1963, quando a banda lançou Please Please Me.

É muito difícil falar sobre a discografia dos Beatles sem ser repetitivo. Hoje, 45 anos após a separação, milhares de livros e reportagens já contaram sobre o dia-a-dia do grupo nos estúdios Abbey Road; onde realizaram a maior parte de suas gravações.

Por outro lado, existem novas gerações de fãs, que aproveitam das facilidades da tecnologia atual para entenderem a importância que o Fab Four teve na cultura geral do século XX.

Passados tantos anos da explosão da Beatlemania, para termos uma noção do  impacto que o movimento causou no mundo, é necessário que se entenda um pouco sobre a maneira que os Beatles, juntamente com o empresário Brian Epstein e o produtor George Martin atuaram no mercado fonográfico da época; já que a indústria musical se renovava praticamente a cada lançamento da banda.


Sendo assim, é interessante começarmos falando do primeiro álbum dos Beatles, intitulado “Please Please Me (with Love Me Do and 12 others songs)”, lançado em 22 de março de 1963 e que serviu de base para uma das carreiras mais brilhantes da história da música.


George Martin, maestro e produtor do selo Parlophone, pertencente à gravadora EMI, foi quem percebeu o potencial do grupo e resolveu apostar nos Beatles, que já haviam sido recusados anteriormente por outras gravadoras. A ideia de Martin era transportar para o disco, o clima dos shows dos Beatles em Liverpool.

Chegaram até a cogitar a hipótese de um álbum ao vivo, gravado no Cavern Club, local onde a banda tocava; mas a acústica não permitia uma gravação de qualidade. Sem contar o espaço, que era muito apertado, impedindo o uso dos equipamentos de gravação. 

Por fim, chegaram a conclusão de que o melhor seria uma gravação em estúdio, mas como se fosse ao vivo. Isso traria duas vantagens: A performance da banda, executando as canções como em um show e também o ganho de tempo,  já que a gravadora queria um LP o quanto antes, para aproveitar o embalo das vendas dos dois singles anteriores (o primeiro foi Love Me Do / P.S. I Love You e o segundo, Please Please Me / Ask Me Why).

Mesmo prevendo o sucesso que a banda seria, muito pouco foi investido por parte da gravadora que cedeu apenas 1 dia para gravarem o disco.  Apesar da dupla Lennon & McCartney ter um bom acervo de composições, o produtor George Martin optou por alguns “covers” de canções que eles já tocavam em Liverpool. Muito pouco “overdub” foi incluído às gravações, de forma que o disco foi produzido praticamente todo ao vivo, acrescentando apenas palmas, piano e percussões em algumas faixas.

Ao fim de 16 horas, George Martin tinha material suficiente para um LP: 10 faixas, sendo 4 de composições de Lennon e McCartney. As 4 canções que haviam sido lançadas em singles (também de autoria de Lennon e McCartney) seriam incluídas ao disco, concluindo assim, as 14 faixas.


Mas para laurear este fato, publicamos este documentário que explora os primeiros dias dos Beatles através de entrevistas inusitadas, documentários, notícias, conferências de imprensa e aparições na televisão. Esta celebração da "Beatlemania" apresenta um olhar franco, contando em detalhes seus pensamentos sobre fama, fãs escandalosas e fascinação da mídia por seu corte de cabelo.

Durante este documentário afiada, os Beatles é encantador, honesto e inteligente. O destaque inclui os Beatles em primeira viagem para a América do Norte, após uma turbulenta noite de um dia duro e aparência emocionante em um programa de televisão britânico em que Shakespere interpretado, apresentado em cores.








Fontes:
- Edcarlos da Silva na coluna “Discografia".
-You Tube


VELOCIDADE DA SUA INTERNET: FIQUE DE OLHO.

(Postado por Willis de Faria)

Velocidade mínima da banda larga passa a ser de 70% da contratada

No final do ano de 2013 foi noticiado que a partir de 1º de novembro de 2013 entraram em vigor as novas metas para operadoras de serviços de banda larga fixa e móvel no Brasil. A partir desta data as operadoras passaram a ser obrigadas a garantir a seus clientes pelo menos 70% da taxa de transmissão de dados contratada e 30% da taxa de transmissão instantânea.

Ou seja, num plano de 10 megabits por segundo (Mbps), a velocidade média mensal de navegação na internet deve ser, no mínimo, de 7 Mbps. Já a velocidade instantânea (no momento da conexão), deve ser de pelo menos 3 Mbps.

Se o que for informado na publicidade e na oferta do serviço não for cumprido, o consumidor tem direito ao abatimento proporcional.

Esses percentuais valem até novembro de 2014, quando serão ampliados para 80% da taxa de transmissão máxima contratada, referente à Taxa de Transmissão Média (download e upload), e 40% da taxa de transmissão máxima contratada pelo assinante, referente à Taxa de Transmissão Instantânea (download e upload).

Nesse sentido, mostra-se importante realizar um teste de velocidade da internet pra comprovar a real velocidade da conexão que está contratada. Um teste de velocidade da internet pode ser realizado em várias páginas simples especializadas em teste de conexão.

As medições da banda larga fixa são possíveis por meio do site www.brasilbandalarga.com.br, onde você pode participar como voluntário do Programa de Aferição de Qualidade da Banda Larga no Brasil, que visa medir os indicadores da qualidade da conexão banda larga em nosso país.

Veja abaixo mais alguns endereços para teste de velocidade da sua internet.








Publicado por Werner Consultoria e Assessoria Jurídica

sexta-feira, 28 de março de 2014

ENTENDA O QUE É O MARCO CIVIL DA INTERNET

(POSTADO POR: WILLIS DE FARIA) – NOTICIAS ESPECIAIS

Câmara aprova projeto do marco civil da internet

O Plenário da Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (25) o marco civil da internet (Projeto de Lei 2126/11, do Executivo), que disciplina direitos e proibições no uso da internet, assim como define os casos em que a Justiça pode requisitar registros de acesso à rede e a comunicações de usuários. O texto seguirá para o Senado.

A votação do projeto foi viabilizada na última semana, depois de negociações que prosperaram entre o governo e os partidos da Câmara. Aprovado na forma do substitutivo do deputado Alessandro Molon (PT-RJ), o texto mantém o conceito de neutralidade da rede, segundo o qual os provedores e demais empresas envolvidas na transmissão de dados (host, por exemplo) não podem tratar os usuários de maneira diferente, mesmo que a velocidade contratada seja maior.

Assim, as empresas não poderão oferecer pacotes com restrição de acesso, como só para e-mail ou só para redes sociais, ou tornar lento o tráfego de dados.

Regulamentação por decreto

Um dos pontos polêmicos da proposta é a posterior regulamentação da neutralidade por meio de decreto do governo. Para o resolver o impasse sobre o tema, o relator determinou que esse decreto só será feito depois de o governo ouvir a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) e o Comitê Gestor da Internet (CGI).
O decreto também deverá preservar a fiel execução da lei, ou seja, seguir as atribuições de regulamentação de leis previstas na Constituição.

A regulamentação das exceções à neutralidade de rede será restrita aos serviços de emergência e aos requisitos técnicos necessários à prestação adequada dos serviços. Nesses casos, será permitida a discriminação ou a lentidão do tráfego.

De qualquer maneira, as práticas de gerenciamento ou de controle desse tráfego de dados na internet devem ser informadas previamente aos internautas. Se ocorrerem danos aos usuários, o responsável deve repará-los, segundo o Código Civil.

A oposição e o PMDB entendiam que a redação anterior do texto do marco civil permitiria a formulação de um decreto regulamentando pontos não tratados pelo projeto.

Data centers

Como resultado das negociações, o relator também retirou do texto a exigência de data centers no Brasil para armazenamento de dados. Esse ponto tinha sido incluído pelo relator desde o ano passado, a pedido do governo, depois das denúncias sobre espionagem da NSA, agência de segurança dos Estados Unidos, envolvendo inclusive a interceptação de comunicações da presidente Dilma Rousseff.
Tanto partidos da oposição quanto da base governista defendiam a retirada dessa obrigatoriedade.
Entretanto, para melhorar a garantia de acesso aos registros, de forma legal, o relator especificou que, nas operações de coleta e guarda de registros ou de comunicações, a legislação brasileira deverá ser obrigatoriamente respeitada. Isso valerá para a empresa que tenha sede no exterior, mas oferte serviço ao público brasileiro, ainda que não tenha estabelecimento de seu grupo econômico no País.
Apoio
Ao falar em Plenário, Molon citou o apoio do criador da web, o físico britânico Tim Berners-Lee, que divulgou carta pedindo a aprovação do marco civil. Segundo o britânico, o projeto reflete a internet como ela deve ser: uma rede aberta, neutra e descentralizada.

Para Berners-Lee, a aprovação das regras de internet livre nos moldes discutidos com as entidades públicas seria o melhor presente de aniversário possível para os usuários da web no Brasil e no mundo.

Agência Câmara de Notícias

Entenda o que é o Marco Civil da Internet e quais mudanças trará para os usuários.

O projeto de Lei 2126/11 foi aprovado no último dia 25/03/2014 na Câmara dos Deputados e depende apenas de aprovação no Senado e sanção presidencial.

Caro leitor (a), você sabe do que se trata o projeto de Lei 2126/11? Caso nunca tenha ouvido falar, talvez você o conheça como Marco Civil da Internet. Lembrou? Você sabe o que isso acarretará e mudará nas normas de utilização da internet pelos usuários? O artigo de hoje visa esclarecer estes pontos, já que o Marco Civil da internet “teve seu primeiro passo dado”, para que suas normas possam surtir efeito, já que a Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (25/03/2014), por votação simbólica o referido projeto de lei.

Primeiramente, temos que relembrar a história e analisar a proposta da PL (projeto de lei) verificando quais garantias esta veio resguardar.

A iniciativa surgida no final do ano de 2009, é uma espécie de constituição para quem utiliza a internet, ditando normas, sanções e inicialmente, colocando o governo como uma espécie de administrador da rede. O projeto ganhou bastante força após a descoberta das práticas de espionagem utilizadas pelo governo Norte Americano contra o Brasil e outros países.

A proposta está sendo alvo de divergências políticas e de opinião, o grande receio é que com a aprovação desta lei, seja criada a censura a liberdade que existe e sempre existiu na utilização da rede, dando controle em excesso ao governo e possibilitando atos discricionários de privação de liberdade por parte deste.

Nestes 5 anos que a lei vem sendo discutida, o texto sofreu diversas alterações, sendo aprovada na câmara de forma menos controladora por parte do Governo, e mantendo a liberdade do usuário.

Segundo o Deputado Federal Alessandro Molon (PT-RJ), relator do projeto, os principais princípios deste são: privacidade, vigilância na web, internet livre, dados pessoais, fim da propaganda dirigida, liberdade de expressão, conteúdo ilegal e armazenamento de dados.

Mas o que muda em relação ao projeto original?

I) Armazenamento de dados

A principal medida adotada pelo Governo Brasileiro no Marco Civil, era a de prevenir a espionagem internacional, razão pela qual o projeto determinava que empresas de internet deveriam criar data centers no Brasil para que pudessem operar, esta norma obrigava estas empresas a manter os dados dos brasileiros em servidores nacionais, dificultando uma possível espionagem, tal medida afetava diretamente empresas como Google e Facebook, além de criar a polêmica sobre o controle destes dados pelo Governo Brasileiro, gerando grande discussão política e dividindo milhares de opiniões.

O projeto passou por alterações e na recente aprovação pela Câmara dos Deputados, deixou de existir esta exigência, permitindo que as empresas de internet continuem a armazenar os dados de Brasileiros em servidores estrangeiros.

II) Neutralidade

O objetivo de criar a neutralidade na rede visa impedir que provedores de internet possam ofertar serviços de conexões diferenciados, como a venda de um pacote que permite apenas o acesso a e-mails ou a rede sociais. Ou seja, limitando o uso geral de sua conexão. A neutralidade prevê que as empresas que fornecem o serviço de internet, sejam neutras em relação ao tráfego de dados, não podendo criar qualquer impedimento para que este usuário acesse qualquer conteúdo ou utilize qualquer serviço.

Neste ponto, a lei acertou em cheio, garantindo a liberdade de expressão e a utilização do serviço contrato da maneira que o usuário preferir, impedindo a prática comum de determinadas empresas que oferecem pacotes de assinatura de internet fazendo limitação no acesso para que o usuário usufrua somente do serviço A ou B..

III) Fim da propaganda dirigida

O texto do projeto de lei, proíbe a utilização da propaganda específica. Atualmente as empresas captam informações dos usuários quando ele faz pesquisas, marca que está frequentando determinado lugar, curte ou compartilha alguma informação, basicamente tudo que você faz na internet. Reparem que quando realizamos a busca por determinado produto, milhares de campanhas similares começam a aparecer? Isso se deve a estratégia de marketing adotada por estas empresas que comercializam os dados dos usuários por preços exorbitantes, tudo isto para oferecer a “campanha certa para o cliente certo”.

Esta decisão novamente atinge de forma direta tanto a Google como o Facebook, que possuem bases de dados com este tipo de informações dos usuários. A partir de agora estas empresas poderão apenas guardar os dados pelo período de seis meses, desde que este armazenamento esteja especificado no contrato aceito pelo usuário no momento da contratação do serviço.

Reitera-se aqui que o serviço não precisa ser pago, como no caso do Facebook que é gratuito.

IV) Da Requisição de Registros

De acordo com o artigo 17 e incisos, o projeto prevê que os dados referentes aos registros de conexões e acesso de informações, somente poderão ser requisitados e exibidos mediante ordem judicial fundamentada.

Estas informações poderão ser requeridas para a formação de provas em ações civis ou penais, desde que se prove os indícios da ocorrência do ilícito, justificativa motivada da utilidade dos registros e o período do qual se referem.
Resumindo: Quais os direitos do consumidor com a aprovação da Lei?

Inviolabilidade e sigilo de suas comunicações. Só ordens judiciais para fins de investigação criminal podem mudar isso;

Não suspensão de sua conexão, exceto em casos de não pagamento;

Manutenção da qualidade contratada da sua conexão;

Informações claras nos contratos de prestação de serviços de operadoras de internet, o que inclui detalhes sobre proteção de dados pessoais;

Não fornecimento a terceiros sobre registros de conexão à internet.

O Marco Civil estabelece que a guarda de registros seja feita de forma anônima. Ou seja, os provedores poderão guardar o IP, nunca informações sobre o usuário.

Quem responde pelo conteúdo veiculado na rede?

Os usuários respondem pelo conteúdo que publicam.

Os provedores de acesso (responsáveis por oferecer o serviço de conexão à internet aos usuários) não podem ser responsabilizados por danos decorrentes de conteúdo gerado por usuários.

Já os provedores de conteúdo – no caso, quem administra os sites da internet – só serão responsabilizados caso não acatem no prazo correto decisões jurídicas específicas de retirar do ar conteúdos gerados pelos usuários.

Apoio do criador

Recentemente foi divulgado em nota, o apoio de Tim Berners Lee conhecido como o “pai da internet”, ao projeto de lei brasileiro, onde ele afirma que o país deu um grande passo ao elaborar estas novas regras, tendo inclusive assumido o papel de liderança mundial nesta questão. Ele cita ainda países como a Austrália e Holanda que possuem leis similares ao Marco Civil Brasileiro e que possuem uma relação avançada entre usuário e internet.

O que falta para o projeto ser sancionado?

O projeto agora segue para o Senado e, em seguida, para a sanção presidencial, havendo aprovação no senado e aprovação presidencial, a Lei entrará em vigor sessenta dias após a data de sua publicação.

E o que você acha?

E você caro leitor? Qual sua opinião acerca do Projeto de Lei 2126/11? Seria está uma maneira de o Governo controlar as informações do usuário ou apenas uma norma que visa tão somente garantir os direitos dos usuários?

Referências:






Criador da Web divulga apoio ao Marco Civil da Internet no Brasil

Tim Berners-Lee disse que lei ajudará a 'inaugurar uma nova era'. Projeto deve ser votado pela Câmara dos Deputados nesta semana.

O homem tido como criador da World Wide Web, Tim Berners-Lee, divulgou nesta segunda-feira (24) um comunicado no qual apoia o Marco Civil da Internet no Brasil, segundo a World Wide Web Foundation. O projeto foi criado para estabelecer direitos dos internautas brasileiros e obrigações de prestadores de serviços na web (provedores de acesso e ferramentas on-line), e deve ser votado pela Câmara dos Deputados nesta semana.

“Pessoas em todos os lugares estão demandando que seus direitos humanos sejam protegidos online. Se o Marco Civil for aprovado, sem mais adiamentos, este teria o melhor presente de aniversário possível para os usuários da web no Brasil e no mundo”, afirma o comunicado, lembrando os 25 anos da internet.

“Eu espero que com a aprovação desta lei, o Brasil solidifique sua orgulhosa reputação como um líder mundial na democracia e no progresso social, e ajude a inaugurar uma nova era – onde os direitos dos cidadãos em todos os países ao redor do mundo sejam protegidos por leis digitais de direitos.”

O comunicado acrescenta que “como a Web, o Marco Civil foi criado por seus usuários – um processo inovador, inclusivo e participativo que resultou em uma política que equilibra os direitos e responsabilidades dos indivíduos, governos e corporações que usam a internet”.

“Claro que ainda há discussões sobre algumas áreas, mas o projeto reflete a Internet como ela deveria ser: uma rede aberta, neutra e descentralizada, na qual os usuários são o motor para colaboração e inovação. A lei tem entre seus fundamentos a garantia de direitos humanos como privacidade, cidadania e a preservação da diversidade e do propósito social da Web”, completa o texto.

O fim do WhatsApp, NetFlix e Skype pelo Marco Civil da internet

O fim do WhatsApp   - NetFlix e Skype
A forma como você usa a internet, o peso do acesso no seu bolso e o futuro da rede é assunto de uma das atuais batalhas entre o Poder Executivo federal e o Congresso Nacional. É uma parte do Marco Civil da Internet: a neutralidade da rede.

Atualmente, no Brasil, seu provedor de internet não bloqueia seu acesso a um determinado conjunto de serviços, nem pode tornar o uso de uma rede social pior que outra. Isso é neutralidade da rede: significa a inexistência de discriminação sobre o que se trafega. A neutralidade da rede não está relacionada com a velocidade contratada.

A empresa de telecom deve ter o direito de cobrar de forma diferenciada por ofertar uma internet mais rápida ou mais lenta. Se cair a neutralidade você poderá contratar 10 Mb de internet que não permite acesso a um serviço como Skype. De acordo com a neutralidade, depois de contratado um serviço de internet com uma determinada velocidade, o seu uso não deve ser discriminado. Foi este princípio que tornou a internet o berço de tanta inovação nos últimos 20 anos.

É por causa da neutralidade da rede que empreendedores, no mundo inteiro, podem ter ideias inovadoras sobre como usar a internet. Mas será que algum empreendedor teria motivação para inovar sabendo que a empresa de telecom poderia, a qualquer momento, bloquear o serviço que ele criou? Ou seja, o fim da neutralidade da rede também implica o desincentivo para o surgimento de novos e inovadores serviços.

Caso a neutralidade caia, no futuro você poderá comprar um pacote de dados da sua operadora de telefonia celular sem WhatsApp, pagando mais barato, ou com WhatsApp, pagando mais caro. Poderá ficar limitado a um serviço de filmes próprio da sua operadora de internet residencial ou pagar um pacote adicional para ter acesso ao YouTube. Talvez nem possa mais fazer uma chamada via Skype/Viber ou Hangout para um parente no exterior.



O Marco Civil da Internet afeta diretamente seu estilo de vida. Como o deputado que você colocou no Congresso vai tratar deste assunto?

Camilo Telles é sócio da Agilize Contabilidade Online. Twitter: @camilotelles. Blog: http://camilotelles.com

POSTAMOS ALGUNS COMENTÁRIOS CALOROSOS DE INTERNAUTAS - LEITORES.

 
 
 

Eliane de Farias Faas - Censurar a informação é um meio de manter o povo sob controle. Quando a comunicação é estimulada, surgem idéias , novas idéias, o que faz alguns se sentirem ameaçados, e a solução, " cortar o mal pela raiz"...

Limitar/censurar a comunicação/mídia é uma estratégia bem antiga.

Armando Sant Anna - O governo vem buscando,de todas as maneira uma forma de controlar a internet. E a sua visão é a mais clara e perfeita. A informação livre é uma ameaça aos poderes estabelecidos, principalmente quando o seu intuito é a desinformação do povo, verdadeiro detentor do poder, porem relegado a mero mantenedor desse sistema.

José Inaldo Sousa Rodrigues - A internet livre que conhecemos vai se transformar em INTRANET regulamentada pelo Governo Federal caso essa PL seja aprovada.

Gilberto Mendes Santos - Censurar é coisa de Governo FRACO; e governo fraco é que vemos nesse país; tão fraco que não consegue nem controlar a inflação

Eduardo Vieira - Na minha visão a questão da neutralidade foi o Cavalo de Tróia onde o governo colocou os presentinhos desagradáveis: registros de navegação, falta de responsabilização das empresas pelo conteúdo publicado pelos usuários, estabelecimento dos servidores de dados no país, possibilidade de ordenar por decreto serviços prioritários.
Ora, a questão da neutralidade nunca foi afetada pelo mercado, que atuou até hoje de forma indiscriminada. Porque agora o governo faz uma celeuma em cima de uma coisa que não foi ao menos cogitada?

Eduardo da Silva - É o raciocínio que desenvolvi no meu comentário. O governo está lançando essa cortina de fumaça para encobrir o verdadeiro problema: o controle que será estabelecido da forma como explicou. A não neutralidade não faz nenhum sentido e não há interesse comercial nela, como você disse.

Fabio do Egito Gomes - O curioso disso tudo é que até a oposição era favorável ao Marco civil até a briga do governo com o pmdb, quando percebeu que poderia lucrar politicamente e, então, mudou de posição.

Paulo Leboutte - Lembro que o Governo Federal é a favor da neutralidade, pela igualdade entre os usuários e liberdade da circulação de informações. Quem é contra são as empresas de telecom. Alguns comentários estão, portanto, equivocados. Como orienta o artigo, fiscalize o voto do deputado que vocês elegeram. Abraços.

Mauricio Neves - De fato, Paulo Cesar Breim. A confusão é tamanha que a Eliane não está sozinha... tem inúmeros seguidores. Sem contar que existem pessoas que querem viver em sociedade, mas exigem que essa mesma sociedade lhe assegure "ampla e irrestrita liberdade e irresponsabilidade sobre todo e qualquer ato que pratique". Esse discursinho barato pautado no "politicamente correto" com vistas "às liberdades infinitas" é nauseante: Democracia passa a ser sinônimo de anarquia e ponto final - nada de regras ou quaisquer limitações. Hoje em dia, é comum as pessoas se colocarem como vítimas por qualquer ameaça imaginária, e cultuar inimigos como Don Quixote lidou com o catavento.

Jorge Luiz Amantea Sabella - Eu prefiro analisar essa questão sob a ótica jurídica.
O marco civil não tem terá como objeto definir os casos de venda casada e muito menos o poder de mudar preceitos constitucionais. Sendo assim, estará subordinado ao código de defesa do consumidor; podendo qualquer consumidor entrar no juizado de pequenas causas e reverter as consequências dessa lei.

Esse serviço de identificação da maneira como o consumidor usa o sinal de internet contratado normalmente não é pedido pelos assinantes de internet.
Digo que só quero o sinal de internet e ainda um abatimento no preço, que tal?

Não seria plausível disser que dispenso qualquer serviço que não seja o de fornecimento do sinal de internet e que não devo ser obrigado a arcar com os custos da avaliação de como uso minha internet, independente do fim a qual se destina essa avalização?

Não seria plausível ainda, dizer que não quero que avaliem o uso da minha internet e que isso não é da conta deles?

Silvina N Bertolo - Apenas discordando o Armando Santana, não é o governo que tenta restringir a informação via internet, e sim o CONGRESSO NACIONAL, os deputados e senadores que o povo elegeu para CRIAR AS LEIS. O Executivo não faz as leis. Não é nada interessante aos deputados e senadores que tem suas campanhas bancadas por empresários (inclusive, e talvez principalmente, do ramos das telecom). É preciso saber em quem colocar no poder Legislativo, mais que no Executivo, que não governa sozinho, não numa democracia.

Manuel Oliveira - Este fim da neutralidade da rede também é tema de discussões nos EUA. Lá, os provedores de internet também querem contratos baseados no uso e conteúdo acessados, cobrando mais caro pelo acesso aos sites mais badalados.

Matheus Galvão - A publicação problematiza um tema que merece atenção. É bem provocativo e leva cada cidadão e usuário da internet a perceber a sensibilidade do problema. Para mais sobre o tema indico:

Abner Geraldo Picinatto - O que se quer e isto não é o governo e sim o grande poder das Teles via Deputado Eduardo Cunha é acabar com a neutralidade, ou seja, pagar igual se paga hoje pela TV a Cabo, ou seja, pobre só vai conseguir pagar porcaria e acabar com a democratização da INTERNET no Brasil....O que falta é a população ser devidamente esclarecida sobre isto - é o grande lobby das teles que está pressionando para cada vez mais ganhar dinheiro e investir menos, lesando a população, principalmente os mais pobres.

Edgardo Zapata - Caro Abner, infelizmente você está totalmente certo na tua percepção da situação e seus jogadores. E se mais esta mazela corruptiva e canalha vingar, está na hora de realmente re-pensarmos mesmo se vale a pena viver nesse novo Brasil PTizado e comunizado.

Sonayra Duarte - Pt comunizavel? não entendi.. Agora é só o PT que tem interesse, e se ele fosse "comunizavel" não privilegiaria as empresas privadas... Só uma dica, pra você não centralizar a discussão como se o unico partido, fosse o BICHO PAPÃO, quando se faz isso, se propaga a ideia, a oposição DEM/PSDB não tem interesse em ganhar dinheiro com a internet, mas quero lembra-los que as "teles" os diretores não são amantes do PT... então....

Artur Fernando Wagnar Júnior - Em tempo, para que o governo impeça as operadoras de discriminarem no uso da banda, "garantindo a neutralidade" basta uma portaria da Anatel tratando especificamente disso. O Marco Civil é mais sobre controle (vide art. 23) do que sobre neutralidade.

Artur Fernando Wagnar Júnior - A maior falácia é a de que precisamos de um Marco Civil pra garantir a neutralidade. Isso significaria dizer que hoje ela não é neutra! Se as empresas, sem o Marco Civl, podem ser malvadas, porque elas já não são? O maior incentivo para que as operadoras não prestem um bom serviço hoje é o modelo de concessões que optamos. O mercado de operação de telefonia e internet, hoje, é fechado. Então, o governo nunca salvou a internet de nada, nem vai salvar, pelo contrário. Em um site de juristas, eu esperava maios esclarecimento. Só o art. 23 do Marco Civil justifica que qualquer pessoas que realmente seja a favor de uma internet livre seja contra o Marco Civil. Não há nenhum problema em modelos de negócios diferenciados, o problema é se a oferta desses serviços é controlada pelo Governo, o que ocorre hoje e se intensificará com o Marco Civil.

Eduardo Vieira - Perfeito Arthur... a aprovação do Marco Civil é o primeiro passo para a Venezuelização da nossa mídia. Ora, é a internet o mais livre espaço para o debate político fora dos domínios partidários/corporativistas. Isso deve incomodar muito àqueles que desejam a hegemonia livre das críticas, diga-se o atual governo.

Matheus Henrique Sasseron - Amigo, creio que você sequer leu o projeto do marco civil da internet. Na verdade, tenho certeza de que você não leu. Por isso, não perderei tempo debatendo o mérito, reservando-me, somente, a transcrever ser artigo 9°: "a empresa de infraestrutura deverá tratar de forma isonômica quaisquer pacotes de dados, sem distinção por conteúdo, origem e destino, serviço, terminal ou aplicação”. Ou seja, deve ser neutra em relação ao que passa nos seus cabos vendendo apenas capacidade de tráfego sem interferir no tráfego em si. Meu caro, o marco civil da internet não fulmina a neutralidade da rede, pelo contrário, ele a INSTITUI.

A OPINIÃO PÚBLICA ESTÁ SENDO MANIPULADA.

Toda essa discussão é ridícula e sintomática de uma verdadeira psicopatia nacional. Nada faz sentido! Primeiro, o governo faz campanha contra o PMDB, o qual ameaça acabar com a neutralidade da rede, sendo que o único interesse do PMDB é fazer chantagem para obter vantagens junto ao governo, que seria o maior prejudicado com o fim da neutralidade. Obviamente que, se o governo não tivesse enviado esse projeto e não tivesse tanto interesse nele, o PMDB não estaria fazendo essa chantagem. O ÚNICO responsável por essa SUPOSTA ameaça é o próprio governo, que insiste nesse projeto para poder controlar a opinião pública.

Segundo, o próprio conceito da "não neutralidade" é algo esdrúxulo, inconcebível e inovador (no pior sentindo) dentre os países capitalistas civilizados. Só aqui no Brasil uma discussão patética desse tipo é possível. Quem inventou isso? Que país já fez isso? Eu nunca ouvi falar!
Além disso, o Brasil jamais toma qualquer decisão inovadora, na contramão da tendência mundial. Por que tomaria justamente essa? Qual a motivação? Nem o lobby das operadoras explica, pelas razões expostas abaixo. Tudo não passa de uma "cortina de fumaça" para desviar do verdadeiro problema.

Terceiro, mesmo que se acabe com a neutralidade, as empresas não conseguirão impor nenhum plano diferente do atual acesso universal e irrestrito, pelo simples fato de que as pessoas terão completa rejeição a qualquer limitação como essa. Qualquer proposta contra a neutralidade seria automaticamente rechaçada pelo consumidor e a opinião pública, queimando o conceito da empresa que ousasse oferece-lo. Logo, todas as operadoras irão vender pacotes ilimitados para não perderem a concorrência, pois NÃO PERDEM ABSOLUTAMENTE NADA fazendo isso.

Portanto, fica muito claro, que o único objetivo dessa discussão é criar uma cortina de fumaça para encobrir o verdadeiro problema por traz dessa Lei, que é o aumento do controle do Estado sobre a internet. Primeiro pelo armazenamento de dados nos servidores nacionais, segundo pela obrigação dos provedores de atenderem prontamente aos pedidos da Justiça. Resta saber (alguém sabe?) de que forma o governo irá usar a justiça para nos censurar. Se a militância petista ou ONGs estarão financiados para ficar patrulhando a rede e oferecendo denúncias, ou o governo poderia usar algum órgão público para fazer esse controle.
Divulguem!

Gerson Pela - "o governo usar a justiça para nos censurar"! É isso mesmo? Jurista é complicado, vive defendendo a independência dos poderes, depois vem com esse argumento? A neutralidade da rede é importante sim, o artigo deixa bem claro. O marco civil não é de autoria do governo, foi discutido durante muito tempo com vários setores da sociedade e vem sendo bombardeado justamente por quem? O Sr. Eduardo Cunha, o mais notório lobista do nosso congresso, que só age em defesa de grandes interesses privados. Esse argumento de que os clientes simplesmente rejeitarão qualquer plano com limitações é muito simplista. Se é assim, por que nossos pacotes de TV fechada são tão "personalizados" e temos de pagar quase o dobro para ter sinal digital que, na sua origem, é de graça? Quantas "teles" temos no Brasil? Por acaso acha difícil a formação de um cartel num setor já largamente oligopolizado? Acreditar que o mercado sozinho vai resolver esse problema é o mesmo que acreditar em papai noel. A neutralidade é importante, sim, pois sem ela não existem garantias de que não haverá a venda de pacotes diferenciados; não é porque não fizeram até agora que não farão no futuro se não houver uma regra que proíba. Em relação ao controle, é só negociar os artigos que atribuem o poder ao governo de legislar por decreto no assunto O que não se pode é jogar a criança fora junto com a água do banho.

Tiago Ramos da Silva - Você está totalmente correto. "Cortina de fumaça", "cavalo de troia", entre tantos nomes, e a Militância Virtual do PT está polvorosa defendendo essa sandice.

Luís Eduardo Esteves Ferreira ADVOCACIA - Netflix é o maior custo/benefício DA VIDA!!!

Loro Rodrigues - Acabem logo com o tal de whatsapp! Não aguento mais ver alunos que não conseguem desviar os olhos e as mãos do celular; não aguento mais ver gente atravessando a rua olhando as mensagens, sem prestar atenção ao trânsito; não aguento mais ser mal atendido no comércio porque os empregados estão "ocupados" no whatsapp; não aguento mais ver esse aplicativo interromper conversa e interferir até na hora do sexo. Abaixo o whatsapp!

Cassiano Rampazzo - Acabem com os carros, pois poluem o meio ambiente e causam milhares de acidentes por ano... Esse não é o caminho, os pais é que deviam educá-los para prestarem atenção na aula e os professores devem coibi-los a contento. Essa é uma ferramente útil para conversar sem pagar chamadas nem envio de mensagens SMS e não é por causa de uns que todos devem pagar. Um pensamento, me desculpe, bastante retrógrado e na contra mão da inevitável evolução tecnológica.

Cássio Mattos - Estão hipnotizados pelo nada! Mas nao se deve proibir e sim educar.

Fabio Fabio - Quantos projetos de lei que tratam de assuntos mais importantes que este estão parados. O lobby é grande. Há muito dinheiro chegando. Só aprovam o que dá lucro. Dane-se a população. Pão e circo a todos. Viva a Copa! Se der para tomar uma pinga no bar da esquina, tudo bem. Aceitamos tudo. Viva o povo cordeiro brasileiro. Viva!

Márcia Maria Menezes - A neutralidade é outro nome dado ao controle do governo aos acessos da nova mídia. Isso tem a ver com censura, o que é proibida com o Estado Democrático de Direito em que vivemos. Não ter controle sobre as publicações de tais mídias gera ao governo a falta de intervenção estatal e pagar mais caro, não resolveria o problema já que todos temos, pela Constituição, liberdade de expressão. É um cerceamento do cidadão às novas tecnologias e a via de controle não deve ser o bolso do cidadão que já tem tantos impostos diretos e indiretos a pagar. Bola fora para a neutralidade.

Luis Ramos - Precisamos ficar atentos (se é que ainda dá tempo) que um grupo de deputados estão ao lado das grandes empresas (POR ALGUMA NOBRE RAZÃO!!!) podem votar a favor delas e contra VOCÊ E EU!!!. É preciso divulgar os nomes destes NOBRES eleitos, antes que votem... Se sabe, comece a divulgar aqui, no face, etc, etc...

João Vilhena - Desculpe, Sr, Matheus Galvão, mas o acho que você cometeu um inverdade. O controle a que se refere o Marco não visa beneficiar os donos de provedores ou encarecer os produtos na internet. Pelo contrário, sua função será o de restringir os abusos de ordem financeira contra os usuárias dessa rede, hoje extremamente vulneráveis por falta de uma regulamentação mínima. Nem creio que será o fim da "criatividade" como parece ter insinuado em ser artigo, até porque a inteligência não precisa de autorização de ninguém para criar. Na minha humilde opinião é justamente esse tipo de desinformação que vem atrasando o avanço do projeto ora no Senado Federal.

Paulo Cesar Breim - A Telecom não terá como interferir nisso, ele pode até tentar, mas existirão várias maneiras de se burlar essa análise. Além disso, caso ela decida analisar o que passa pela rede, significa que ela estará OLHANDO O QUE PASSA NA REDE, e portando estará violando a garantia de sigilo da comunicação, entre o usuário e o provedor do serviço, o que é inconstitucional.

Edmilson de Carvalho - O Fla-Flu político travado por alguns na Internet leva a visões distorcidas em relação a assuntos importantíssimos para a nação, como infelizmente demonstram alguns comentários. A proposta do governo é clara no sentido de garantir a neutralidade da rede e busca ainda assegurar diversos outros direitos aos usuários. O lobby das teles contra a neutralidade, verbalizado com subterfúgios por Eduardo Cunha, vem sendo aproveitado politicamente por alguns deputados fisiologistas da base governista e com fins eleitoreiros pela oposição, que inicialmente aprovava a proposta (a qual, por sinal, foi submetida a diversas consultas públicas, incorporando várias sugestões de representantes da sociedade, em um belo trabalho do relator Alessandro Molon). É livre o direito de expressão, mas seria aconselhável a quem a priori é contra o projeto, só porque a iniciativa é de um governo petista, que busque mais informações sobre o assunto e sobre o projeto, tanto para fazer seus comentários como também para cobrar do seu deputado ou senador um posicionamento firme em prol da sociedade (e não dos empresários) na hora de discutir o assunto no Congresso.

Pericles Augusto Rocha de Toledo - "Marco Civil". Até o termo usado é ridículo. Teríamos então uma "Marco Militar" para a rede utilizada pelas forças armadas? A internet está livre, com livre expressão e preços alcançáveis pela maioria dos bolsos dos brasileiros dentro daquilo que precisam e/ou gostam de fazer. Fora! Não queremos "marco algum". Não se mexe em time que está ganhando, principalmente com viés ideológico de esquerda radical.

Gilberto Mendes Santos - A Venezuela que ser uma CUBA; e o Brasil quer ser uma VENEZUELA; porque não tentamos ser uma NORUEGA?

Sergio Sergio - Vamos ler e formar nossa própria opinião... o link tá ai.

Do Tráfego de Dados
Art. 9o O responsável pela transmissão, comutação ou roteamento tem o dever de tratar de forma isonômica quaisquer pacotes de dados, sem distinção por conteúdo, origem e destino, serviço, terminal ou aplicativo, sendo vedada qualquer discriminação ou degradação do tráfego que não decorra de requisitos técnicos necessários à prestação adequada dos serviços, conforme regulamentação.

Parágrafo único. Na provisão de conexão à Internet, onerosa ou gratuita, é vedado monitorar, filtrar, analisar ou fiscalizar o conteúdo dos pacotes de dados, ressalvadas as hipóteses admitidas em lei.
Eduardo Vieira - Interessante né, não pode monitorar, analisar, etc. A MENOS QUE venha uma lei e diga que pode? Aí é que está o problema, qual a segurança que temos de que não seremos monitorados? Nenhuma. Basta o governo acionar sua base aliada e pronto, já era a privacidade na rede.

Camilo Santos - Sergio, este é o texto que a bancada liderada pelo Eduardo Cunha não quer que passe.

Edmilson de Carvalho - Eduardo, já existem hipóteses legais onde, por ordem judicial, pode haver tal monitoramento. O texto apenas ressalta isso para que não se interprete que estariam sendo revogadas as hipóteses já existentes.

Cássio Mattos - Sergio, obrigado pela informação precisa a todos. E' exatamente isso que as empresas fazem hoje de modo velado e sera' proibido no futuro. Os grupos de comunicação de massa (revistas, jornais e tv) já pressentiram o perigo e estão confundindo o povo para que votem na omissão da informação correta e verdadeira. Tenho certeza, nao fosse a internet, muitas noticias seriam ignoradas (omitidas propositadamente) por estes grupos. Um exemplo banal e' a entrega do oscar. As imagens (fatos reais) vem com atraso de cinco minutos. Tempo bastante para a fiscalização e que chegue àquele que assiste ao programa apenas o que 'eles' querem e nao a realidade.

Paulo Monteiro da Silva - Não à censura, controle da mídia. É ataque à liberdade e democracia. A ditadura comunista disfarçada q temos na Venezuela e outros países da América do Sul, quer e se consolida: submissão do STF, com membros "ex-empregados" do PT; marco civil. É a mordaça na boca (mídia) e tapa-olho bem aberto na Estátua da Liberdade justiça). Q mais falta? Um Executivo Governo de Ladrões, mensaleiros e seus defensores.

Clayton José Franco Brandão - Eis ai uma excelente forma de escolher melhor nossos políticos, tanto do Poder Executivo, quanto do Legislativo. Sem se esquecer dos Ministros que são políticos que estão exercendo outra carreira que não àquela que votamos. Devemos limar definitivamente quem nos representa mal e aqueles que não se interessam pelos nossos anseios e direitos. Aqueles que votarem de forma a nos prejudicar, nunca mais ganhará um voto do cidadão brasileiro.

Vou além, já deveríamos dar um recado forte à classe política. Não reeleger ninguém nesta eleição de 2014. A internet veio para o Brasil tardiamente e cara. Agora se popularizou, mas demorou muito, e ainda assim é de péssima qualidade (e continua cara). O acesso à cultura e à educação se popularizou (via internet). As pessoas estão mais informadas. Mudou o conceito de estudo, de comunicação, de se viver. A Internet protagonizou um fenômeno que ninguém esperava, a democracia, a liberdade de expressão, a inclusão (claro, tudo guardado as devidas proporções). Creia! Isso só está acontecendo porque ano passado a internet foi fundamental para o povo se organizar e ir para as ruas reivindicarem seus direitos. Assim como aconteceu na Grécia, Turquia, Egito e outros países. Controlar a internet será a forma de o Governo (que me parece mais uma ditadura disfarçada) controlar o povo. O que era para ser o contrário. O povo que deve controlar o Poder Executivo e o Congresso Nacional, já que está positivado que todo poder emana dele (o povo). Olhos atentos no desenrolar desse "Marco" pois será um marco para muitos eventos futuros.

Clayton José Franco Brandão - ...e o plenário da Câmara aprovou ontem o Marco Civil da Internet.... Inteligentemente a votação foi simbólica. O povo brasileiro deveria cobrar mais de seus políticos... vergonha!

Jorge Delmar - Não tem nada haver com censura ou governo federal cerceando informação. Eduardo cunha e a camarilha do PMDB estão contra o marco civil pois as operadoras telefônicas estão financiando o lobbye para tornar a internet um serviço mais caro. Se forem mais fundo no assunto irão chegar a ICANN. Essa sim é a verdadeira dona da internet,quer uma internet cara e diferenciada no Brasil.

Cassiano Rampazzo - Todos que estão lendo esta mensagem tem internet; logo, serão afetados pela aprovação dessa norma. Não me conformo que muita gente que vai ler esse artigo ainda vai votar no PT, o partido que mais demonstrou interesse em promulgar essa lei, tanto é que esse foi um dos assuntos da recente barganha política com o PMDB. Vocês, petistas, votem na Dilma para ela ganhar no 1o turno como mostraram as pesquisas e depois fiquem sem os serviços de internet que tanto já se acostumaram, tenham suas informações rastreadas e sua liberdade de expressão cerceada. Depois não reclamem.
Jailson Batista - Um país que quer ter relevância internacional, e se diz democrático, não pode ceder ao lobby das grandes operadoras. Contra a inovação e produtivida das empresas brasileiras, já bastam a burocracia e enorme e variada carga tributária do Brasil. Não vamos admitir isso!

Heitor Bonfim - Pois, se a rede já é neutra, por que do Marco Civil? Por quê? 171.

Pericles Augusto Rocha de Toledo - Fora esquerdas radicais. Não votamos em vocês para criarem uma democracia aparente. Nosso voto não é endosso para se perpetuarem indefinidamente no poder manipulando a mente dos ignorantes e pobres brasileiros sem assistência médica de qualidade (a não ser por "cubanos" mal formados e sem equipamentos hospitalares e exames). Dar dinheiro para a ilha de Fidel "fingindo" que resolve o problema. Mata-se dois coelhos com uma unica cajadada: Substitui-se a URSS que antes era a "mãe" de Cuba aplicando dinheiro por viés ideológico, a fundo perdido, para o "paraíso de Fidel" e "fingi-se" que se resolve o problema da saúde com médicos mal formados, uma vez que há muito tempo, não se tem dinheiro soviético para dar manutenção a faculdades de medicina e hospitais de Cuba. Tudo sucateado. A não ser o hospital dos turistas cuja manutenção é feita pelos mesmos em dinheiro, para quando precisam e estão em "cruzeiro" no "paraíso de Fidel". Uma pergunta: Se há "embargo" para que um porto ? Se há "embargo" até dos aliados americanos (no caso o Brasil o é) pois se não "embargarem" serão "embargados", como foi feito então o porto de Mariel em Cuba ? Foi o Brasil que o construiu e foi inaugurado mês passado pela "vermelhinha" Dilma. E há boato de que o Brasil também vai construir para a "ilha-paraíso" um aeroporto. Mas...E o embargo ? Que embargo é esse ? Esse "embargo" é mais uma desculpa para inocentar "São Fidel" pois o "embargo" mesmo é a falta da mamãe URSS agora travestida em "Brasil da Dilma e do Lula".

Lourinaldo Nogueira da Rocha - Prezados (as), Tudo começou coma as desculpas, que a internet deveria ser moniotorada, ou regulada, por causa de casos , em que foram postados vídeos eróticos, e imagens íntimas de casais. Pois bem vamos o que interressa. Atualmente nos deparamos com essas bizarrices do Poder Executivo e do Nobre Parlamento, de acordo com os verdadeiros especialistas que defendem à Democrácia , implantar no momento o Marco Civil seria nos tirar o direito de informações privilegiadas e restrivas, no qual obtemos através da internet ,principalmente se o mesmo for regulado por decreto presidencial. Suponhamos, hoje podemos acessar todas a infiormaçoes a nível global , acompanhamos à crise na Venezuela, na Ucrânia , sem restrição, podemos através das redes sociais, nos expressar do forma livre conforme a consciência de cada um, seja criticando ou apoiando, determinados seguimentos.

Mesmo assim em determinados momentos, que não sei o porque , há páginas que são bloqueadas, e proibidas de serem acessadas. Se hoje com o acesso livre , as coisa estão assim , imaginem o que aconteceria se o governo começar a ditar as regras, começaria de forma tímida, como sempre ,através de leis tudo de forma lícita.

Até onde acompanhei , um dos momentos mais tenso do texto original , foi a respeito do governo ter o poder através de decreto presindencial, modificar quando achar que deve . Pois governar por decreto e dar pleno poderes ao presidenta/presidente, sem ter que pedir ou mandar para o congresso e senador, e sem precisar da anuência. Isto claro, e nosso Congresso Nacional aprovar. Sem se falar que isso daria poderes especiais a um só cidadão.

Senhores, recentemente na Venezuela começou assim , o Estado avocou para si o dever de achar o que é era melhor para povo atrávés de decretos presidenciais, e quem acompanha a situação da Venezuela sabe o aconteceu , o país está à beira de uma guerra civil, e de um governo ditatorial mandando prender prefeitos,a acusando deputados, que não cumprirem com as ordens decretadas pelo governo. Pos tais mandos vão de encontro a verdadeira democracia.

Em particular o governo deveria nos chamar para participarmos , por ser um assunto de muitissíma importância , e de uma relevância ímpar, tais como a liberdade de expressão, liberdade de pensamento, consciência, opinião.
O marco civl num futuro poderá nos retirar tais direitos. Pois temos o dever e o direito, de sermos ouvidos , até porque somos nós os maiores interessados em manter nossa liberdade de expressão.

Cirúrgica Mafra Ltda - Isto só tem um nome: CENSURA e privação do direito de ir e vir, todo cidadão.

Marco Paris - Lembrando que a Oi é do Lulinha, cujo pai tem 30% da Vivo e que ignoro a participação da Elite Governante nas outras teles, percebo que os mandatários do país estão seguindo a cartilha socialista de controle total da sociedade, o que inclui, obrigatoriamente, o acesso à informação para explorar os cidadãos sob sua servidão. O sonho do BigBrother de 1984 (Orson Wells) está em execução. Hoje, já é possível também espionar as casas através das smartTVs, ligando a camera remotamente, pela internet. É de muita importância a manutenção da neutralidade da internet.

Rômulo SDG - A internet é o último reduto de liberdade e resistência ao totalitarismo estatal não apenas no Brasil, mas no mundo. Qualquer tentativa de intervenção estatal deve ser sumariamente obliterada.

Antonio Roberto Vulcano - Não precisa entender muito a fundo esse tal de marco civil. Basta saber que a ptzada está por trás dessa obra cujo escopo é cercear a liberdade de usar e expressar-se na internet, com a finalidade diminuir radicalmente ou acabar a oportunidade de sermos ouvidos e vistos por milhares ou milhões de outras pessoas.

Antonio Queiroz - Por que alguem propoe uma barbaridade destas? Porque somos "mansos". E não nos organizamos como a CUT e os Sem Terra, novoto não dá porque os alienados e analfabetos são 90% da população. Os bilionarios politicos e grandes bandidos disfarçados sabem disto e vão empurrando. Como posso ajudar mais do que assinar pela internet documento?

Marcio Morais - Acredito que pagar um serviço e receber m bem inferior já vem sendo usualmente feito no nosso país. A pior internet da América Latina é a nossa. Piorar? Acredito que isso é um engodo politico daqueles que pregam o terrorismo midiático. Sem partidarizar a questão é preciso regulamentar a internet sim. O consumidor compra 10 mega e recebe um muitas vezes, As teles vem usando e abusando oferecendo péssimos serviços a preços exorbitantes. Desculpe a franqueza mas não coaduno com a opinião do caríssimo comentarista, até porque as empresas não o querem senão vejamos: Qual o interessa das tele oferecer pacotes diferenciados se a grande maioria dos usuários de celulares são da classe C? A internet piorar o serviço, voltaríamos aos tempos de modem e da internet discada. Até porque se piorar vamos às ruas. quanto as televisões quem são os maiores detentores do monopólio televisivo? Os políticos!!!! Acham que eles tem interesse em mudar a programação?

 Eliane Langer - Não seria melhor acabar com o serviço via celular de uma vez por todas? O ditado "quem não tem competência não se estabelece", não vale pras operadoras de celular. NENHUMA SE SALVA, nenhuma é competente nem mesmo no pp serviço de telefonia - o q dirá do uso da internet? A ANATEL - Órgão NAcional das TELcomunicações, cuja função é a de regular os serviços prestados, não faz absolutamente NADA com relação às reclamações a não ser anotá-las e obrigá-los a nos contactar. Se o problema não é resolvido, só faz reforçar a reclamação e se o prazo acabou é preciso abrir nova reclamação sobre o mesmo assunto. Ou seja, só nos enrola. No judiciário é proibido abrir processo 2X sobre o mesmo assunto. E a ANATEL encerra só pq passou do prazo dado de 15 dias, mesmo q tenhamos ligado ANTES do prazo pra informar q nada foi resolvido. Então pra quê? Cabide de emprego, com certeza. Tá tudo errado a longos anos, só q agora, parece q a pessoas estão reclamando em massa e, por isto estar acontecendo, 'é melhor calar a boca de todo mundo com um AI-6' - pq "estamos enchendo o saco" de quem é incompetente...

Sérgio Henrique - Sobre o projeto. No artigo 2°, II trata de direitos humanos e exercício da cidadania. Quantos à Convenção Americana de Direitos Humanos, e a própria CF/1988, o Estado brasileiro deverá interceder em caso de conduta que desrespeite a integridade psíquica e moral, de forma que blogs e sites, que violem os direitos humanos, não mais funcionem, caso não retirem conteúdos violadores. O cidadão que quiser opinar, terá que se identificar, não sendo mais possível o anonimato quando deixar mensagem e, também, o site ou blog deverão excluir opção de "anonimato". Isso não quer dizer que corrupto político não possa ser censurado, pois se trata informação de utilidade pública, mas sem criar inverdades, pois todos são inocentes, até que se prove o contrário. As condutas (mensagens) exaltadas - lembro-me que ao votar em um projeto de lei, em determinado site especializado, não fui bem aceito, pois votei contra, e logo me chamaram de preconceituoso; em outro momento fui intitulado de "miserável", pela descrição de uma de minhas profissões, num nítida conduta de discriminação darwiniana social - também serão passíveis, o que já é, de processos judicias, principalmente os adeptos do Cyberstalking - no momento não é crime, mas mera contravenção penal (artigo 65).

O que me chamou atenção foi o inciso "V - a livre iniciativa, a livre concorrência e a defesa do consumidor". Livre iniciativa é cada empresa criar suas regras pessoais, o que pode, sim, criar "pacotes" promocionais diversos, mas limitando acesso as redes sociais conforme o bolso do consumidor. Atualmente não se paga para acessar determinada rede social, site, blog, mas como ficará com o inciso V? Bom, meu comentário rápido.

Ricardo Diniz - Como se já não bastasse tanta espionagem que existe em nossos computadores que é feita deliberadamente por qualquer governo agora mais essa??? Logo iremos poder acessar somente determinados "pacotes" de internet que serão criados pelo nosso governo. Com certeza existem muitas pessoas em nosso país que não gostariam que a população tivesse acesso a tanta informação como temos atualmente.

Prime Delivery - Então..... antigamente, antes do boom virtual os meios de comunicação (rádio e tv) eram quem ditavam o que se "deveria" fazer com relação a determinados assuntos (política, religião, economia, etc etc etc.....).
Mas com a web dando a todo mundo a oportunidade de buscar informação instantânea sobre qualquer assunto, e principalmente, questionar se aquilo que está lendo é algo verídico ou fake. A busca pela transparência é algo constante, mas vejam que sempre temos várias versões para o mesmo assunto, cabe a cada um fazer o julgamento do que sabe ser "certo ou errado". Mas infelizmente a grande maioria pouco sabe o que significa "buscar conhecimento", sair do comodismo imposto pela mídia televisiva. Que te impõe, te empurra goela abaixo um "novo estilo de vida, te obrigando a conviver diariamente com tudo aquilo( ou muito daquilo) que vai contra a evolução do ser humano, idiotizando as pessoas diariamente, com programas que apenas te empobrecem física e espiritualmente.... infelizmente a vida acaba se espelhando no fictício mundo que te colocam diante dos olhos todos os dias..... Uma frase que reflete bem isso: "A massa mantém a marca, a marca mantém a mídia e a mídia controla a massa"... e assim o mundo caminha.......

Anderson Ribeiro - Esse marco civil é uma fraude. A intensão dessa PL é controlar as redes sociais. Controlando as redes sociais eles controlam os movimentos que nascem nas redes sociais. Ao invés de tentarem aprovar leis que realmente beneficiam a população, ficam arrumando um jeito de controlar os cidadãos, isso parece mais a volta da ditadura.

Eliane Langer - Eu pressinto q o Gilberto Mendes Santos deve ser tão jovem q não passou pela era Collor, onde a inflação era de 70% AO MÊS!!!!!!! Era melhor?

Temos agora uma inflação de +- 6% AO ANO e ele tá reclamando e confundindo. Não q eu concorde com MUITAS ações deste governo, pq não será verdade, mas juntar os dados é mostrar q não sentiu na pele o q é inflação! E e não for jovem, a frase "brasileiro tem memória fraca" lhe cabe como uma luva....

Cassiano Rampazzo - Me fale um plano econômico protagonizado pelo PT para que a tal inflação de 6% se mantivesse nesse patamar... Eles colhem o trabalho do governo FHC, que nas últimas décadas, implantou o único plano que deu certo. Só não estamos hoje numa pior porque o PT demorou a assumir o governo. Veja esse vídeo onde Lula fala que o plano real era um estelionato e hoje ele colhe os louros dessa vitória: http://www.youtube.com/watch?v=ymtxOyD-TQU


Hugo de Paula - "A idealização do projeto, a elaboração das medidas do governo e a execução das reformas econômica e monetária contaram com a contribuição de vários economistas, reunidos pelo então Ministro da Fazenda Fernando Henrique Cardoso. O presidente Itamar Franco autorizou que os trabalhos se dessem de maneira irrestrita e na máxima extensão necessária para o êxito do plano, o que tornou o Ministro da Fazenda no homem mais forte e poderoso de seu governo, e no seu candidato natural à sua sucessão. Assim, Fernando Henrique Cardoso elegeu-se Presidente do Brasil em outubro do mesmo ano." Parábens Marcio Morais, por ler apenas periódicos dos comunas!

Marcio Morais - Cassiano Rampazzo, onde o governo FHC melhorou o Brasil? Quais ações ele fez para melhorar o país. Vender frango ou importar arroz da Argentina? Me fale do plano implantado pelo FHC. Aliás, você deve ter memória curta, o plano foi do Itamar.

Heitor Paulo de Almeida - Caros, as empresas já implementam, há tempos, a não neutralidade da rede. O Marco Civil, se aprovado, fará parte do cardápio de sanções escritas contra nós, consumidores. Mas a pior parte é a nossa querida presidenta!, querendo - só querendo (sic, sic)! - que os provedores de serviços (Redes Sociais, especialmente) tenham aqui no Brasil sua infraestrutura de hospedagem. Só pensa nisso. Redes Sociais.
E empresas legítimas como Cisco, IBM, Oracle, MS, Apple, Google, Yahoo e por aí vai, com ficam ? Oferecem produtos relacionados à negócios. A maioria deles está na Nuvem e não é facilmente rastreável !! Existe muita água embaixo da ponte ainda...

Existem parlamentares que não são burros (!) que já estão 'azeitando' os famosos DataCenters, caso isso ocorra. Para hospedarem os que não 'vazarem' daqui, pois colocam o 'negócio' em risco.

Mas não é necessário isso tudo: apenas regulamentar que 'para prover neste país, deve-se abrir os seus BIGDATA para nós, ANS, RNP e outros. Estes têm sim, competência para verificar possíveis atos criminosos.

Quem acredita aí que os provedores de serviços (maioria Telecom) já não coletam essas informações? Quando você se loga em seu Smartphone e permite que seus Apps te localizem? Quem acham que faz isso?

A questão é técnica: no cabeçalho do protocolo (camada 7) que utilizamos para navegar, http (www), ftp(transferência), smtp(mensagens), pop3(mensagens), chat, dentre muitos outros, existe a informação do 'que' está trafegando. O modelo está aqui:

http://pt.wikipedia.org/wiki/Modelo_OSI e nesse tá desenhado (em inglês): http://en.wikipedia.org/wiki/OSI_model

Assim, quando chega nos provedores, basta 'eles' (sistemas, centrais) perguntarem 'o que' está vindo ali 'encapsulado': Se voz, escolha este canal (velocidade, roteamento etc), se dados, esse e se video, este outro. E inclusive o tipo de 'algoritmo' que trata cada um deses caras acima. Otimizam os canais de acordo com o conteúdo.

Isso já acontece e se você quiser um conteúdo todo multimedia, deverá contratar serviços que permitam atender o seu negócio. NetFlix e outros (video por demanda) já sabem e já contratam esse tipo de serviço.
Bill Gates saiu da MS justamente após ter inventado(?) o conceito/protocolo de Video On Demand. Bobinho ele...

Mas concordo: não se deve 'filtrar' conteúdos lícitos; os ilícitos têm seus caminhos bem conhecidos (mas ainda não esgotados) pelo pessoal de Segurança de Redes/Informação. Lembrando que somos um país criativo, a maior quantidade dos famosos hackers encontram-se na terrinha...

 Valmir Oliveira - Acredito que o Deputado que ajudei eleger, será contra o projeto original... Até porque, foi a neutralidade na internet que ajudou a elege-lo. Esse projeto nesses moldes irá favorecer somente os poderosos: políticos e multinacionais do ramo. Tomara que não haja já um acordo prévio entre eles p/ aprovação do projeto?

César Augusto de Assis - Eu sou totalmente contra esta neutralidade da internet pois isto é mais um desrespeito a nossa privacidade.Sou totalmente contra esta corrupção descarada que assola o nosso país,sou contra este método de governo do PT, sou contra esta roubalheira que hoje vem só enriquecendo os PETISTAS,sou contra este descaso das autoridades que governam nosso BRASIL.Até o momento ainda não ví nenhum projeto que tivesse um começo e um fim sem corrupção.Eu acho que ilustre deputado devia se preocupar com SAÚDE QUE É UMA VERGONHA,COM EDUCAÇÃO QUE NÃO TEMOS, DEIXAR OS PRECONCEITOS DE LADO, devia se preocupar com o transporte que hoje é um caos, devia se preocupar com a segurança que não temos pois tiraram todo o poder da polícia, devia se preocupar que estamos em ano de eleição e ele será bem visado.Nós, pelo que sei ainda vivemos e moramos em BRASIL que se diz democrático.Portanto onde está a democracia?, pelo que estou vendo estamos vivendo em pais onde está prevalecendo a ditadura.Se voçes não querem criticas sobre o que voçes fazem somente o que é correto. Sejam Brasileiros, sejam patriotas,sejam verdadeiros politicos, tenha mais respeito com o povo.Pois afinal quem os colocou lá dentro foi o povo.Se duvidar de acordo como vai indo as coisas a nossa bandeira será trocada pela bandeira Cubana .Pois o nosso dinheiro está deixando de ser investindo em algo extremamente importante no Brasil para ser aplicado nos países vizinhos.Portanto pediria ao EXMO sr Deputado que pense e repense nas ideias dele.

Eliane Langer - E nada mais eficaz do q 'controlar' é MANTER os serviços, sim. A menos o GRANDE objetivo seja exterminar a comunicação instantânea, como forma de controle das informações. Isto se chama CENSURA da comunicação, mecanismo típico do Golpe de 64: ninguém fica informado, logo ninguém reclama/ protesta sobre nada. Não dá pra acreditar q Dilma, sofredora nos anos 64 apoie uma resolução como esta ou q já esteja tão alienada sobre o q passou na pele a ponto de ignorar as consequências deste ato descabido. Em 64 não tinha internet, a comunicação era 'através de pombos-correio'. Agora TUDO mudou. TUDO! Será q ela tb? Ou será q isto é a preparação prum novo Golpe de Estado?

Giordano Bruno - Desculpe mas achei o título da matéria bem sensacionalista...

O projeto de lei conhecido como Marco Civil trata exatamente da neutralidade da rede e a maior parte da bancada política concorda que deve continuar como está, sob risco de iminente censura. Até mesmo a ideia de banco de dados "nacional" está caindo por terra. Temos de acompanhar esta votação mas até o momento, com toda esta enrolação, não há como ter certeza de grandes mudanças...

Marco Aurélio de Souza Miranda - O congresso vai tratar do assunto como sempre o fez, ou seja, sem se preocupar em obter vantagem própria, levando em conta os anseios do povo e respeitando a constituição. (acredite se quiser).

Aguinaldo Alves de Faria Filho - O governo e seus subterfúgios. Neutralidade na visão governista significa controlar a internet, o único meio de comunicação que por enquanto está livre das amarras ideológicas de lavagem cerebral imposta pelas mídias de conteúdos embabacados e manipuladores. É trágico presenciar esta artimanha para controlar a vida dos cidadãos, a liberdade neste caso será tolhida, as consequências dessa PL por sua vez devastadora.

Maria Fernanda Figueiredo do Carmo - O PMDB quer mais poder no governo, já antevendo as eleições. Por isso, vem barganhando com a moeda de troca mais valiosa: o projeto do Marco Civil. 4ª feira passada o projeto foi retirado de pauta porque não havia clima para a aprovação. O blocão, como vem sendo conhecida o segmento parlamentar capitaneado por Eduardo Cunha (PMDB-RJ), é que age para minar a aprovação de um projeto que será bom para o povo e ruim para os grupos econômicos. É bom acompanhar para saber quem é quem. E que merece nosso voto. A menos que vc seja um grande acionista das empresas interessadas. Saudações.

Ivan Brafman - Então, como estamos vendo este governo ditador e manipulador quer tirar o direito do povo de usar da liberdade de expressão que so tem lugar na forma democrática para implantar nesse país - que não é propriedade de quem está no poder de governar - um regime ditatorial, opressor, castrador, modelo e continuidade de : VENEZUELA e CUBA. E agora? Vamos deixar isso acontecer? Ou será que num futuro bem próximo vamos querer chorar lágrimas de sangue?

Douglas Maciel Ii - Resumindo, o governo não recebe imposto por redes sócias que usamos. A tentativa é, além de pagar pelo plano de internet terei q pagar pra ter acesso a determinada Rede Sociais ou programas q a internete me dá.

Renato Lopes - Pese o respeito que mereça, é certo que na sombra do manto repousam os maiores objetivos. Entre esses, o interesse no controle do conteúdo, diga-se, no controle da massa mais esclarecida, formadora de opinião, bem como a ganância arrecadadora do governo, que não difere do apetite financeiro das "teles". Ou seja, se correr o bicho pega, se ficar dá na mesma. E dizer que o povo paga a "peso de ouro" seus representantes políticos para legislarem e atuarem nessas situações, em sintonia com os legítimos interesses de seus eleitores. O que se vê, na realidade, é uma troca de favores e tudo se acomoda quando as cadeiras dançam e as verbas rolam. Falta "Jus" nesse Brasil, que tem tudo para crescer e de fato se tornar um país desenvolvido. Desde moleque escuto que somos do grupo dos "emergentes". Será que superaremos um dia essa tal condição? A próxima geração irá dizer.

Antonio Carlos - Em que países existem marcos de internet com o formato que o governo quer? Este projeto, como tantos outros tem a cara de censura sim. Ou vcs pensam que este empenho todo do governo em aprová-lo vem do problema da NSA por ter espionado Dna. Dilma? Enquanto isso no Rio todos estão morrendo. Uns de medo, outros de verdade. Impeachment para a PRESIDENTE Dilma pelo 1,14 bi de dólares que não estão mais no Brasil por culpa della. A bolsa entre 45.000 e 52.000 pontos por que a camarilha conseguiu que as maiores empresas da bolsa (Petrobrás - após incentivados a comprar suas ações, perderam até 60% de seu capital - e Vale - esta pior ainda por que a maioria de seus acionistas são pessoas comuns mas que não conseguem poder de voto) não valem mais nada por culpa della. E vai por aí afora. Impeachment já!

Jeferson Landi - Inacreditável, sinceramente, bem que gostaria que isso fosse um sonho, ou melhor pesadelo. Isso é ditadura, é querer controlar tudo e todos, e infelizmente está prestes a acontecer. Não podemos dizer que isso começou com o (adoraria xingar o cara)pré-candidato à presidência Aécio Neves querendo bloquear os buscadores, ele pegou o bonde andando, mas se sentou na janelinha e está comemorando tudo isso. Eis a hora de recomeçarmos os protestos, pacíficos é claro, mas já que é impossível impedir os Black Blocs eles seriam bem recebidos, somos solidários com (quase) todos. Mas se o povo não se mexer logo seremos dominados e controlados pelos governantes do pais “Tupiniquim”, não podemos deixar que isso aconteça. Devemos usar o poder das redes sociais para organizar movimentos pacíficos em todo o pais e lutarmos pelos nosso direitos, isso é enquanto podemos. Acorda Brasil!

Suelen Ribeiro Santos - O negócio é o povo ir pra rua e botar isso ai abaixo, porque a liberdade já foi conquistada e não PODE ser tirada!!! Vamos lutar pelo que é nosso!

Roberto Martins de Sá - Vocês querem saber de uma coisa? isso tudo que esta acontecendo é para pagarmos mais caro amanhã para usar a internet, estão trabalhando em causa própria e a favor das operadoras de telefonia do brasil, estão desesperados por causa do whatzap, ou seja zapzap no bolso das operadoras. hoje se vc tiver um celular com sistema operacional androide, e seu contatos também acabou!! porque vc vai pagar se pode conversar com todos pelo zap zap por voz ou por msn?? as operadores estão por traz, de tudo isso!! podem esperar em breve teremos que pagar mais e mais para usar estes serviços, que hoje em dia,( são quase de graça ) o zap zap vai falir as operadores de telefonia. e, esse barulho todo é só para acabarem com este tipo de serviço no brasil. pode esperar só vai sobrar pra nós pobres e burros brasileiros, que tudo vê acontecendo, e , não faz nada!!

Marcos um Cidadão Inconformado - Façamos um exame retrospectivo. Qual partido político arvorava-se defensor dos direitos do povo e condenava a censura em qualquer que fosse sua amplitude ? De qual partido político pertenciam guerrilheiros , assaltantes e assassinos que empreenderam fuga e exilaram-se em países cujos governos governavam para sí e não para o povo. Qual partido político elegeu dois presidentes, cuja cúpula governamental era composta de ex ditos exilados e cuja mesma cúpula foi em sua maioria condenada criminalmente. Acho que quem aqui lê, entende, porém como informar a maioria da população, ignorante economica e politicamente que, "Bolsas" são pagas pelo povo que compra farinha e feijão e , que, "Bolsas" não são bônus são ônus.

 Alfredo Rizzo - Disseram que o GIGANTE acordou, isso foi a pouco tempo por R$ 0,20, referente a tarifa do ônibus. E agora pela liberdade da comunicação GIGANTE??? Kade Você?

Livia Marlene Dorneles de Araujo - O nosso voto só importante, para eleger.O deputado a quem se votou não está mais preocupado com o que desejamos e esperamos dele.Ele está eleito e vivendo das benécias que nós, com o nosso voto e o que contribuímos lhe mantemos em situação privilegiada. Portanto, não acredito em mais nenhum político para nada.Eles fazem e acontecem sempre por interesses pessoais e jamais pelo coletivo. Se a informação for impedida, e nós, na urna, não mudarmos toda a corja, então teremos mais que ficar tipo "mulas mancas".
Marcelo Losardo - Bem pelo que entendo de politica, o dito deputado vai arranjar um meio de encher o bolso de grana como já é de praxe tratando -se de politica. E seria mais ou menos como um suposto PM, que já faz o concurso pensando no quanto vai " Arrumar " quando estiver de posse de suas " Poderosas Credenciais "

 Alexandre Souza Fonseca - Digo que isso é censura, pois o único lugar que podemos nos expressar é a internet, também posso dizer a alguns vão dar razão que é o lugar que sabemos as noticias verdadeiras pois essa mídia controlada que manipulam informações como exemplo o pais esta crescendo, e na internet vemos outras coisa bem diferentes, outro exemplo o que esta acontecendo na Venezuela, a mida não tenho visto dizendo não muita coisa, só o trivial, mais na internet sim, como podemos sitar outros exemplos, e ainda dizendo mais que o governo Dilma e Lula apoiando Ditador Maduro, que esta morrendo muitas pessoas, E pra que esse controle, o que o nosso governo tem tanto medo. na verdade e para botar a viseira igual a que bota nos cavalos só para ver o que eles querem e deixar a população na total ignorância. Mais eles esquecem que nem todas os jornais são controlados e também querem censurar , É que aqui na internet o pessoal coloca a boca no trombone, não podemos deixar isso acontecer tem que ser livre e continuar livre..

Daubi Piccoli - O interessante destas questões é que as leis são votadas e as aplicabilidades, quando de interesse das grandes operadoras, colocadas, rapidamente, em prática e, de uma hora pra outra ficamos sem os serviços e sem ter pra quem reclamar. O Whatsapp é gratuito! Se, da noite para o dia, começar a ser cobrado, é uma questão de opção em usar ou não. No entanto, raros serão os que saberão para 'quem' reclamar ou contestar a nova modalidade de prática. É o que ocorre com as operadoras de telefonia celular. Tim, por exemplo, no início, enviou aviso de que eu poderia pagar R$ 0,50 por dia e acessar a internet à vontade. Depois de um tempo, a empresa resolve que eu usei mais do tempo "do que havia 'contratado'" e que minha conexão (que já era um 'carroça') vai reduzir em 50%. A menos que eu adquira o 'combo' de SMS e Conexão por R$ 0,75 por dia ou outro 'turbo' adicional por R$ 0,65. Sem contar que aumentou o valor de R$ 0,50 para R$ 0,65, sem comunicação alguma. Ou seja: sou bombardeado por opções que vão fazer melhorar minha conexão, se eu adquirir o novo 'pacote'. No entanto, o que eu tinha no início era razoável! Mas, a empresa o transformou num caos para me forçar a adquirir outro produto e lucrar mais. Não vou reclamar por que não existe pra quem...Ou aceito ou troco de operadora. É isso que vai ocorrer com a nova lei, se for aprovada. As pessoas vão, aos poucos, se acostumando com as perdas, por que se acostumar com isso já faz parte de suas vidas. Infelizmente!

Vladimir Gonçalves - O controle da internet e bloqueio de certas informações, tem como objetivo principal, bloquear as informações sobre a Nova Ordem Mundial, sobre o que pretendem fazer com a população para estabelecer essa NOM.

Restringindo algumas funções, básicas como essas, para não alarmar a população, e aos poucos proibindo as informações que eles não querem que o povo saiba.
Já vínhamos divulgando há tempo que eles iriam aos poucos restringindo o acesso a algumas informações na internet, que a TV está PROIBIDA de informar.

Quanto menos o povo souber, mais fácil de executarem os planos, pois o povo não  terá iniciativa de reação, nem comunicação com outras pessoas, para manterem-se informados.

Simples de entender tudo isso, essas restrições que planejam, mas o povo não sabe dessas coisas. Tem uma ferramenta poderosa em mãos, mais, só se interessam por futilidades. No youtube tem vídeos que mostram a realidade dos bastidores da NOM. Com sistemas de comunicação, como os que desejam restringir, o povo pode se comunicar e obter mais informações. Aos poucos vão restringindo outras funções da internet, que são EXATAMENTE meios de informações gerais.

Não bloqueiam de imediato, vão fazendo tipo formiguinha, lentamente, para que ninguém note a verdadeira intenção.
Basta analisar com calma tudo isso que perceberão. Se fizerem tudo de repente, haverá reação da população mundial. Aí sim será o caos,  e os planos frustrados.

Pensem bem e analisem com cuidado tudo isso, e divulguem a todos.

Joao Carlos Schleder - nunca vi tamanha distorção dos fatos, neutralidade significa acesso universal a baixo custo e nenhum controle sobre o trafego na internet. armazenamento local e não nos EUA. sem internet de baixo custo limita o acesso pelo poder de pagamento. o prestador do serviço físico da internet não pode impedir o acesso universal, se ou dois indivíduos não acessarem o whats app. e muito menos maléfico que deixar na mao das multinacionais, o marco civil deve ser aprovado como esta. que esta fazendo censura são os filhotes do Obama.

Cássio Mattos - O perigo maior reside em que poucas pessoas irão controlar, sem perguntar ao usuário final, qual ' serviço ' (leia-se ferramenta de trabalho a ser utilizada de acordo com a necessidade individual que e' multifacetada, ora necessitando-se de uma e ora de outra) criando-se pacotes que não servirão de modo completo às necessidades deste usuário. O x do problema reside em que muitas ferramentas de comunicação hoje são gratuitas e muitas empresas querem vender pacotes (locações) com pagamentos mensais e EXTIRPAR o livre acesso às comunicações pessoais e comerciais gratuitas. Se pudessem cobrariam por cada e-mail como cobram por cada telefonema. Com a educação visando a alfabetização total, os 37 milhões de analfabetos que hoje usam o celular no Brasil, como única forma de comunicação particular e com sua empresa ou patrão; na próxima geração estarão, pelo menos em tese, escrevendo e lendo por estas ferramentas gratuitas.

O que nos faz pensar sobre correntes políticas que sucateiam as escolas públicas para, primeiro dar oportunidade de ler e escrever apenas a sua própria classe e para que os impostos arrecadados fiquem livres de certas 'obrigaçõeszinhas' .

Antonio Carlos Perruso - Isto é um absurdo!!!! É o fim da Internet "livre" no Brasil. Isto não existe em nenhum ligar do mundo. As Telecoms, que já ganham milhões e prestam serviço de péssima qualidade(vide os PROCONs). O lobby das empresas de telecom não pode ganhar essa "briga". Juntem-se a Gilberto Gil e a milhares de brasileiros que já assinaram a petição no Avaaz. Assinem!!!!!


Segue a transcrição das palavras de Gilberto Gil no sítio do Avaaz. Assim a petição acessando o link acima.
"Ontem, nossa enorme petição com 300 mil assinaturas foi ouvida nos corredores do poder em Brasília – até o relator da proposta mencionou nossa petição durante o debate no plenário da Câmara. No entanto, uma ofensiva desesperada para acabar com o Marco Civil forçou o adiamento da votação. Os próximos dias são decisivos para convencer os parlamentares indecisos de que precisamos ganhar - assine e compartilhe com todos para aumentar a pressão! Veja mais fotos aqui.

Há muitos anos eu me encanto com o poder da internet e a criatividade que nela circula, mas agora estou muito preocupado que isso possa acabar. A Câmara dos Deputados vai votar um novo projeto de lei que poderá fortalecer o nosso acesso a uma internet livre ou então decretar o fim da neutralidade na rede e diminuir nosso poder de escolha.

Já nos anos em que fui Ministro da Cultura discutíamos formas de garantir o caráter democrático e aberto da internet – dessa construção coletiva, nasceu o Marco Civil. Mas, agora, o poderoso lobby das empresas de telecomunicações está influenciando nossos políticos para que transformem a internet em uma espécie de TV a cabo, em que se poderia cobrar a mais para podermos assistir a vídeos, ouvir música ou acessar informações. A votação será apertada, mas uma grande mobilização pública pode convencer os deputados de que suas reeleições dependem desse voto!

Junte-se a mim nesta campanha da Avaaz para criar a maior mobilização já vista por uma internet livre no Brasil. Assine agora e conte para todos. Nós levaremos a voz de todos que assinarem a petição diretamente aos parlamentares. “Vamos vencer essa batalha e salvar a internet."

Guilherme Victor - É realmente é uma questão delicada, ao mesmo tempo em que pode existir a liberdade de escolha, é impedir que mesmo você pagando caro, por um serviço ruim de internet teremos que que pagar também pelo acesso a determinados recursos que são GRATUITOS na web? Iremos ver qual será o fim da novela marco civil na internet, mas, dependendo da sua finalidade, nós "povo" devemos nos impor com força total, e com nosso poder de legislar, e com projetos concretos derrubar, barbaridades que os políticos fazem atualmente. Temos que ser organizar, e não criticar, ou quebrar tudo em manifestações, essa é o objetivo político, que o povo critique, quebre tudo, pois é com isso que eles roubam mais, que não tomemos iniciativas, e a partir do momento que as iniciativas surgem, eles se acuam, e restringem outros meios, eu e muitas pessoas estamos atentos a esse marco civil, que pode ser considerado com censura, em um país DEMOCRÁTICO COMO O BRASIL.

 Saulo Victor Franco da Silva - Se observarmos a história notaremos que em sua maioria, o crescimento e o desenvolvimento, não vem cercado de atenção e foco, mas da obrigatoriedade de se aprender com os próprios erros. Da necessidade de deixar rolar até que se perca o melhor do que já possuímos... Da necessidade de deixar nossa própria ferida se abrir e infeccionar....

Me constrange ver que não a sabedoria, mas sim a ignorância e o descaso são a ultima fronteira que o homem usa antes de se mover e prestar atenção ao que de fato tem valor. Antes de abraçar causas que o cercam e se entregar a mudança.
Desejo ardentemente, que empreendedores com visão e foco se levantem e mobilizem os desatentos, para que não assistamos passivamente um retrocesso numa ferramenta tão valiosa quanto a internet, que já não conecta apenas computadores, mas pessoas, tendo atrás deste pano de fundo tão conhecido não o interesse e progresso social, mas o descabido e inescrupuloso desejo de lucro a qualquer preço.

Pedro Castanho - Que coisa ridícula! Lá vem o governo querendo censurar para controlar. Que nojo! Além do que, querendo determinar preços por pacotes limitados, e com toda certeza, querendo cobrar mais caro por "pacotes" com determinados acessos, vai ter imposto ou qualquer semelhante que gere lucro para o governo. Abaixo-assinado contra essa porcaria, tem? Cadê?

Sérgio Tibiriçá - Infelizmente a maioria dos BRASILEIROS, (é somos minorias que pensamos e temos as informações corretas) não enchergam o que os governantes pretendem e realmente fazem por eles. Num futuro (acho que um pouco longe) meus bisnetos talves vão ver tudo que estes governantes fizeram e deverão começar a reagir, pois se cortarem a informção, mais cedo o mais tarde o POVO BRASILEIRO reagirá

Edmilson de Carvalho - Pelo que diz a maior parte dos comentários, cabe aquela frase: "Sorriam! Vocês estão sendo manipulados!" O prejulgamento político está impedindo a análise sensata do assunto. Quem quiser sair do lugar comum deve obter um pouco mais de informações, como as disponíveis, p. ex., aqui:


Nelson Constantino Dessart - A censura da internet tira todo direito que temos expressarmos nossas idéias livremente, como garante a Constituição federal. Isto é mais um passo na tentativa de transformar o Brasil,em um estado comunista, cuja principal característica é o autoritarismo e o cerceamento da liberdade e dos direitos do povo.

Luiz Parussolo - Isso está ligado ao domínio econômico mundial pelo capital empresarial que está preocupadíssimo com os conhecimentos expostos pela internet. Além das informações do uso dos territórios dos países, são mostradas pesquisas científicas e outras denunciando o poder de estado e econômico. A destruição do homem e dos países pelo capital que tomou o poder através do voto.

Duas correntes dominam o mundo de concorrentes, o liberalismo e o comunismo. Ambos excêntricos e destruidores da nação e do planeta e prevalece um ou outro em suas disputas territoriais.
As Américas Central e do Sul vem sendo disputadas pelo comunismo desde a década de 1930 e o liberalismo selvagem também continua impondo-se pelas tradições do domínio inglês e na verdade não conseguimos assentar um povo e uma nação compatível como nossos perfis e conceitos. Somos, por essência, um povo essencialmente conservador e trabalhador, sem egoísmo e fantasias, porém não conseguimos estabelecer nossa identidade e somos educados para admirar França, Inglaterra, EUA, China, Rússia, Cuba, etc. como sinônimos de nações perfeitas e auto suficientes.

Matam-nos na educação infantil e fundamental e no estímulo à vida fácil e consumista e à irresponsabilidade como imposição através de leis.

Apregoam em discursos contra a discriminação e o preconceito sendo os provocadores de distinções e promotores da violência e a marginalização, como mantenedores e promotores, o poder político e o poder econômico.
Só existe um valor, o capital, e não só em nosso país, salvo países de formações históricas definidas como os capitalistas distributivos, todos, indistintamente.

Falar que a Monsanto, a Bayer, os grupos internacionais comerciais e industriais estão destruindo as Américas preocupa governos; capitalistas; corporações, todos que derivam e vivem e enriquecem através desse desconhecimento e dessa liberdade de exploração livre do mundo.
Todas as organizações que operam em defesa do planeta contra a especulação capitalista estão lutando para não serem extintas por iniciativas do capital mundial. Veja a Avaaz, por exemplo.
A nossa libertação depende exclusivamente de nós com a ajuda das FFAA, esta sem o intuito de tomar a administração e sim levar-nos a um governo e a uma democracia ideal.
Assim penso.

Marino Souza - Um vídeo para aumentar as nossas informações a respeito do assunto :

Jeronimo S Dias - Isso demonstra a mentalidade rala que ronda a politica brasileira. Não bastasse a intenção de impor um regime socialista, o que estão fazendo a todo custo, agora tentam impor o controle na internet. Não basta a corrupção que assola o País, nos três poderes, as negociatas fraudulentas impostas a uma empresa que é um dos orgulhos nacionais, urnas eletronicas que foram proibidas em alguns paises da Europa devido a providencial fragilidade de manipulação dos resultados, 40 milhões de bolsas famílias que nas condições que foram implantadas para serem cobradas como um celeiro eleitoral, escolas dominadas e diariamente vandalizadas por grupos de desocupados e traficantes de drogas, enfim, não estamos deitados em berço esplêndido. Não está longe o dia em que vamos ter caçados o direito de ir e vir (para o exterior, porque aqui dentro, a bandidagem já dominou), o dia em que qualquer jornalista ou cidadão que furar as regras politicas através da liberdade de expressão não será preso num DOI-CODI, mas simuladamente morto num assalto nas ruas de qualquer cidade.
E viva a Constituição cidadã.

Luis Rocha Carlos Vieira Rocha - Já estão querendo prejudicar o povão e ganhar em cima disso podemos também usar a mobilização e travar o pagamento de qualquer operadora que fizer isso - já não basta que compramos um programa e agora vem um toolbar para a gente instalar em nosso computador deveríamos também receber por isso, direito de imagem propaganda, ninguém se engane estamos aptos a mobilização para conter abusos.

Luis Rocha Carlos Vieira Rocha - na verdade o que ocorre é que os governantes corruptos tem medo é um meio de mobilização, os Petralhas estão tentando acabar com a democracia e colocar o Chavismo, coisa que não aceitamos, tenho 66 anos mais se o Exercito Brasieliro. Me convocar luto pelo Brasil sou nacionalista, ta na hora essa negociada da Petrobrás não concordo com o que a presidenta diz, Ministério Publico nela que o dinheiro ta escondido fora do País só o Maluf é investigado cadê os outros roubando na cara da gente, tem muita fortuna com dinheiro do povo

Flávio de Aguilar Mendes - Não vejo como uma ameaça às Grandes Empresas Telecom, a NEUTRALIDADE, pois pelo texto em tela, limitaria o acesso as inovações, produtos e serviços, o que pode trazer maior regulação e proteção como um todo, porém tudo isso teria que ser vinculado a baixo custo, para que todos tenham acesso, caso contrário tornaria um mundo para pouquíssimos.

Mas o que mais deixa me confuso e um pouco desanimado com este tipo de informação, é a falta de cuidado que ainda se tem sobre o DIREITO CIBERNÉTICO, pois até o momento não se vê avanços sobre criação de normas aplicáveis ao uso da internet no Brasil, o que se tem ainda é insuficiente para transmitir segurança no campo jurídico para assegurar o uso regulamentado da internet. Penso ser este o início do caminho para começarmos a falar em NEUTRALIDADE, etc....

Miguel Avelaneda - Colegas, pensemos juntos, é o cerceamento a informação. Caso seja aprovada uma Lei contendo estes termos, você, eu e qualquer pessoa que não tenha recursos financeiros, será destituída da informação. Seu filho, que frequenta hoje o ensino fundamental e médio, não terá mais acesso a aprendizados importantíssimos, como os blogs que auxiliam o aprendizado. O contexto é absurdo e de monopólio de algo que já é de domínio publico.
Temos que tomar cuidado com os Lobs que se formam no Congresso Nacional que aprovará esta Lei ou outra qualquer em prejuízo da internet, no apagar das luzes.

Miguel Avelaneda - Caro Paulo Cesar Breim, desculpe a minha ignorância, mas limitar o acesso e dizer o que o seu pacote de internet pode ou não acessar, significa sim censura. É uma forma de limitar seu acesso de acordo com o interesse daqueles que te fornecem o serviço comprado.
Imaginemos que você leia seu Jornal e que este seja O Estadão, sou da operadora Claro e não tenho interesse em divulgar as informações do Estadão, pois ele é contra minha política de preços e trabalho. Desta forma venderá a Claro acesso a internet com o Estadão bloqueado.
Interessa a você que as fornecedoras do serviço de internet decidam o que você deve ou não ler ou acessar? Forma de Censura.

Leopoldo Pereira Costa - A verdade é que o Brasil está se transformando em um Estado Policial. A palava chave é CONTROLE . Leis e mais leis que só interessam ao pequeno grupo que comanda este pais.

Hugo Leal - Essa é a forma mais sutil da censura. A censura do bolso. Eles sabem que a população mais carente, é também a mais deficiente de cultura. Não que Whatsapp ou Skype seja cultura, mas é um canal. Com esses aplicativos se pode saber da boca de quem está fora do Brasil como as coisas estão acontecendo lá, sem distorções. Ora, o Estado cada vez mais tem crescido e sufocado as liberdades individuais e agora quer intervir num dos poucos meios de acesso à informação: a internet. Somos anualmente punidos com uma das cargas tributárias mais altas do mundo, que nos impedem de fazer aquisições por preços mais justos e recebemos como contrapartida, buracos nas ruas, hospitais em condições muitas vezes piores que os hospitais de guerra, a burocracia escrachante... Agora nem a liberdade de se expressar pela internet, se poderá fazer? Somos sugados a todo custo por este Estado... Será que no futuro, para manifestar sua opinião, se terá que contar os caracteres ou para expressar sua opinião, será cobrada uma taxa "a ser revestida para o fundo dos exploradores de cangurus no Acre?" Essa coisa com nome esquisito mas que apenas mascara o desvio de verbas e a centralização do poder aquisitivo e todos os outros dele derivados?

Vão censurar as redes sociais também. Só vai acessar ao Facebook quem pagar. Haverá, por consequência, a marginalização de quem não pode pagar. Mas lembro-me que os que não podem pagar são a maioria nesse país. Foram as redes sociais que marcaram as manifestações pacíficas de um povo que está cansado de tanta sujeira e falta de ética na política. Essa forma de censura talvez tente barrar, quem sabe, novas formas de manifestações nesse sentido. Sabendo que dinheiro público foi aplicado na construção de estádios, enquanto policiais fizeram operações tartaruga e muitos morreram em virtude disso; que hospitais superlotados onde médicos são obrigados a sair da sala de consulta e lembrar em reportagem que são apenas seres humanos, também sujeitos à doenças e que eles dependem de meios para curar, não são milagreiros; lembrando que a economia, cada dia, beira o alerta vermelho e a inflação já assusta, tanto na compra de alimentos, como de combustíveis; o povo tem muitos motivos para não se conformar e a censura, sutil e tipicamente brasileira, a que pesa no bolso, está se diluindo dia a dia sem que a percebamos.
Não podemos perder a liberdade que foi comprada com muito sangue inocente. Não podemos permitir isso.
Censura nunca mais!!!

Marcelo Pinto da Rocha - Não vejo pessoas aptas a esta discussão no congresso nacional e no poder executivo, as que estariam, não estão envolvidas. Serviço de Internet é eu poder me conectar a outro computador que armazena dados, acessar o seu conteúdo. Sinto que o que se busca na verdade é um certo tipo de controle ao cidadão, infelizmente enxergo somente ainda MÁ INTENÇÃO DE NOSSA CLASSE POLÍTICA no assunto, vejo de alguns a busca da censura ao cidadão, de outros ganhos finaceiros. Quem perde com tudo isso é o cidadão comum, que não detém grandes conhecimentos sobre a tecnologia, na maioria dos casos faz bom uso da rede. OS MAUS INTENCIONADOS CONTINUARÃO USANDO PARA A MALDADE, pois detém grandes conhecimentos sobre a tecnologia e não será uma lei escrita por engravadatados pouca-prática que irá detê-los.

Paul Karsten - Sempre tentando controlar as pessoas, limitar suas liberdades (já poucas). Na era da informação, controlar o acesso e o modo de acesso a informação, bem como à troca de informação entre indivíduos, empodera os donos dos filtros.

Guilherme Cavichioli Braun - Prezados

Os tais "pacotes" que nosso caro Matheus descreveu, a meu ver, parece muito com uma venda casada, cuja prática é proibida pela legislação consumerista.

Ademais, o artigo 5.º da Constituição Federal de 1988 defende o direito, tanto de expressão (pois devemos lembrar que antes dela viemos de uma ditadura), quanto do consumidor. Lembremos ainda que este artigo é protegido por cláusula pétrea e trata de direitos fundamentais.
Qualquer norma em contrário, no sentido abordado, não poderia ter eficácia, pois colidiria frontalmente com a nossa Carta Maior.
De qualquer forma, (e ironicamente) viva o Che Guevara e os guerrilheiros que elegemos ao poder! Será que a ditadura acabou?
Obrigado.

Felipe Derrico - Há quem diga que estamos caminhando para uma ditadura.. Realmente não sei se é verdade, mas analisando tudo que está acontecendo.. fica difícil acreditar que esse governo não quer se transformar em uma ditadura comunista.

Jose Luis - ... o que existe é um governo (PT) que está querendo censurar a liberdade de informação pois eles são o "Prato Predileto dos Internautas". Sabem que esta Copa do Mundo, vai expor este Governo (PT), o que já é tarde demais, para o mundo inteiro, lembrem-se das manifestações da Copa das Confederações que deverão se repetir com maior intensidade .... além dos Orgãos de Imprensa Internacional, acharem que vai ser um verdadeiro fiasco a escolha do Brasil, por motivos óbvios, para sediar a Copa do Mundo de 2014 ... acredito que seja o inicio do fim do PT ... graças a Deus ...

Nilton Carvalho Rodrigues - Tudo , Tudo precisa de regulamentação, torna-se necessário numa sociedade, as regras fazem parte de viver em sociedade, a individualização tem que ser contida com as limitações interpessoais .

O plano do Facebook para conectar o mundo inteiro.

Executivo responsável pela estratégia de crescimento da empresa revela que projeto Internet.org, criado por Mark Zuckerberg, é uma das apostas para unir o planeta à red

O plano do Facebook para conectar o mundo inteiro
 
Aos 36 anos, o espanhol Javier Olivan faz parte do seleto "M Team" (management team, em inglês), time de oito executivos considerados indispensáveis pelo CEO da companhia, Mark Zuckerberg.

São os craques de uma equipe que conta com mais de 6.300 profissionais espalhados em 49 escritórios em todo o mundo. Vice-presidente mundial de crescimento e estratégias móveis, o engenheiro acumula desde 2007 tarefas consideradas essenciais para a relevância da empresa, como liderar as iniciativas para expandir a base de usuários em todo o mundo — identificando oportunidades de crescimento e, claro, faturamento — além de fazer a rede avançar no universo dos dispositivos móveis. Para tanto, conta com um exército de 200 profissionais, responsáveis por esmiuçar a montanha de dados publicada diariamente por usuários e, assim, aperfeiçoar o produto. Entre 2007 e 2014, o executivo comandou o salto da base de usuários de "apenas" 40 milhões de usuários para mais de 1 bilhão.

"Nossa meta é levar essa experiência aos outros 6 bilhões que ainda não acessam o Facebook", diz. Em entrevista exclusiva ao site de VEJA, o engenheiro conta quais são os próximos planos para a maior rede social do mundo, que recém completou uma década de vida e adquiriu por 19 bilhões de dólares o WhatsApp, serviço de mensagens instantâneas.

Qual é o impacto da aquisição do WhatsApp? Desde a criação da rede, em 2004, nossa missão é tornar o mundo mais aberto e conectado. Com o WhatsApp, teremos mais condições de alcançar esse objetivo.

E o que esperar do Facebook nos próximos dez anos? Quando comecei a trabalhar no Facebook, em 2007, a empresa ainda dava seus primeiros passos. Tinha apenas três anos de vida, estava disponível em poucos idiomas e reunia 40 milhões de pessoas. Passados sete anos, a história é completamente diferente. Em 2014, oferecemos aos mais de 1,2 bilhão de usuários versões do site em setenta línguas, identificando oportunidades de crescimento com estratégias agressivas e adaptadas aos costumes de cada país. Temos muitos mais desafios para a próxima década que está por vir. Nossa meta é levar essa experiência aos outros 6 bilhões que não acessam o Facebook. Existem, no entanto, algumas barreiras. Uma delas é a questão do acesso à internet.

Conectar o mundo não é uma meta ambiciosa demais? Sim, mas a solução pode estar em uma parceria entre grandes empresas. Em agosto, nosso CEO Mark Zuckerberg liderou a criação do Internet. Org (Javier é um dos principais executivos do projeto), iniciativa que pretende tornar a internet acessível às pessoas que ainda não a utilizam. O Facebook se uniu a outras grandes companhias, como Ericsson, Nokia, Samsung e Qualcomm, Opera e Media Tek, para baratear a conexão e os dispositivos móveis, como smartphones e tablets. O projeto combina totalmente com o atual momento da empresa, que é dar maior atenção ao mundo móvel. Acreditamos que o foco nesses dispositivos vai acelerar a inclusão digital.

O Internet. Org será o motor para o Facebook alcançar mais usuários? Essa iniciativa é mais um projeto que vai nos ajudar a alcançar mais e mais pessoas. Evidentemente estamos pensando em outras ações. Recentemente, ampliamos parcerias com empresas de telefonias de países estratégicos, como Tailândia e Paraguai, para que seus usuários acessem gratuitamente nosso serviço sem gastar créditos ou serem cobrados ao fim do mês com transferência de dados. No México, por exemplo, firmamos um acordo com a Telmex e a Nokia para que todos os aparelhos comercializados pela marca finlandesa tenham acesso gratuito à rede. No Brasil, fizemos ações similares, com uma pequena diferença: acordos com prazos menores e disponíveis apenas às ofertas de planos pré-pagos.

Recentemente, o Facebook lançou o Paper, aplicativo que reúne atualizações de usuários e notícias mais relevantes escolhidas a partir de uma combinação de algoritmos e indicações feitas por funcionários da empresa. Você acredita que ele terá condições de substituir o app oficial da rede? Sinceramente, não. Nosso aplicativo oficial ainda é mais completo, se comparado ao Paper. O serviço, lançado apenas para iPhone, iPod Touch e iPad, é o primeiro produto do Facebook Labs, iniciativa da empresa que permite aos pequenos times desenvolver novos aplicativos e experiências para usuários de dispositivos móveis. Ali, nosso maior objetivo é analisar problemas, tendências e identificar recursos usados com frequência por nossos usuários. Queremos compreender também como eles consomem notícias.

Os últimos resultados financeiros da empresa revelam um novo desafio. Os mercados considerados “maduros”, como Estados Unidos e Canadá, parecem ter atingido seu público máximo. Como prever crescimento em regiões onde o Facebook parece ter alcançado o topo? Realmente identificamos esse comportamento. Estamos acompanhando de perto esses números e já desenvolvemos uma estratégia direcionada a esses países. No momento, aprofundamos nossos estudos e métricas para conhecer a fundo quais são as atividades mais realizadas, o tempo de visitação de cada página, o nível de engajamento e interação. Nosso objetivo é enfrentar os desafios que virão pela frente e oferecer um serviço de valor a eles.

Alguns estudos apontam certa fadiga de usuários da rede social, principalmente entre os jovens. Isso preocupa. Podemos garantir que não há preocupação quanto a isso. Os números continuam estáveis.


WhatsApp, o novo serviço de Zuckerberg

O segundo mês de 2014 traz uma novidade ao universo das redes sociais. Por 19 bilhões de dólares, o Facebook adquireo serviço de mensagens instantâneas WhatsApp. É a maior negociação do mercado de tecnologia desde 2001, quando houve a fusão entre as americanas AOL (America On-line) e Time Warner no valor de 162 bilhões de dólares. Ao arrematar o app, que reúne 450 milhões de usuários ativos, o Facebook transforma em aliado um de seus maiores concorrentes.

Fonte:


Publicado por Nelci Gomes

Inicio de vida acadêmica na Escola de Engenharia Agronômica - UFRB fazendo parte de alguns movimentos em busca pelo desenvolvimento.