VISITANTES

free web counter

domingo, 26 de junho de 2011

PRAINHA (VILA VELHA-ES) – O BERÇO DA COLONIZAÇÃO DO ESPIRITO SANTO.

No dia 23 de maio de 1535 a caravela Glória lançava âncoras na enseada da Prainha, entre os morros da Penha e Inhoá. Faziam parte da tripulação, além do donatário da capitania, Vasco Coutinho, cerca de sessenta homens, entre fidalgos, nobres, colonos distintos e outros.
Esta é a hipótese mais correta, pois alguns historiadores indicam seu desembarque tenha ocorrido na Praia do Ribeiro, na Praia da Costa. Sou de opinião, que jamais Vasco Fernandes Coutinho lançaria ferros de sua nau nesta área, por sua experiência estratégica em batalhas em Malaca, na Índia, e por estar situada em uma enseada pequena e de grande declividade, entre os morros do Moreno e do farol. Um ataque dos indígenas através de uma emboscada seria fatal, aliada que no local não havia água potável que abastecesse seus tripulantes. Na Prainha, entre o morro da Ucharia, morro do Convento, morro dos Schneider e Morro de Jaburuna, e tendo uma imensa planície adentrando o vale, com um córrego com água potável suficiente, no caso do córrego Incerica, era o local estratégico e ideal. Poderia ter sido tambem na praia que hoje leva o nome de Piratininga, pois ai desaguava o rio da Costa, e estrategicamente estaria na defesa da entrada da baia. mas o porto seguro seria mesmo a Prainha, protegido dos ventos constantes que axentravam pelo canal. Assim penso que ai deu-se o desembarque dos primeiros colonizadores de nossa capitania Hereditária.
 
VASCO FERNANDES COUTINHO - DONATÁRIO DA CAPITANIA DO ESPÍRITO SANTO

Era domingo, dia em que a fé católica festeja pentecostes, razão pela qual o donatário batizou a capitania com o nome de Espírito Santo. Quando Vasco Fernandes Coutinho chegou à sua capitania, trinta e cinco anos após o seu descobrimento, todo o litoral brasileiro já era conhecido pelos principais navegadores europeus, mas não o seu interior. Ansiosos para o desembarque naquelas terras que pareciam dar-lhes boas vindas se depararam com uma pequena praia cheia de aborígenes. O próprio donatário, acostumado a lutas e guerras, se surpreendeu com o alvoroço hostil causado pelos índios e os portugueses somente conseguiram afugentá-los com o uso de armas de fogo.

A partir de 1550, com a mudança da sede da capitania para a ilha, Vila do Espírito Santo passou a se chamar Vila Velha do Espírito Santo e a ilha, Vila Nova de Nossa Senhora da Vitória. Durante os tempos de Vasco Coutinho a capitania prosperou, no entanto a falta de recursos era evidente e também porque toda e qualquer ajuda deveria ser direcionada à capital, tão pobre quanto Vila Velha, passando cerca de trezentos anos sem que algo de novo viesse a contribuir para melhorar a vida na Vila antiga. Em 1558, desembarca na Prainha de Vila Velha o franciscano irmão leigo frei Pedro Palácios.

 
 
Podemos fazer uma radiografia de assuntos pitorescos da História recente do município – da década de 20 até o final da de 50. Nesta época passava-se roupa ainda com os “maxambombas” – truculentos ferros a brasa da época colonial. No final da rua passava o córrego Inserica, e era uma lagoa lateral ao córrego, freqüentado por muitas lavadeiras, que usavam ferro de passar roupa de brasa, cujo nome é “Maxambomba”. Assim ficou por muito tempo conhecido este local.

(clique nas fotos para amplia-las) 
 FOTO PRAINHA - 1900
A Festa da Penha era realizada em frente ao chamado “Cais das Timbebas”. Os romeiros chegavam de bonde, de barcos de pesca a vela e a remo, vindos da Praia do Suá, Praia Comprida, e outros lugares. Alguns vinham de trem da Leopoldina e desembarcavam primeiro em Argolas. Na festa tocavam as bandas do antigo 3º BC, da Polícia, da Serra e outras orquestras (bandinhas) que existiam.
 FOTO PRAINHA - 1936

Vila Velha antiga tinha a Praia de Inhoá, a Prainha, Maxambomba, Matadouro, Salamin, o Sítio Batalha (da família Batalha) e a Toca, que era quase todo um manguezal do filho do desembargador Ferreira Coelho.
 FOTO PRAINHA - 1900

 
FOTO: CHAFARIZ DA PRAINHA - 1908

  
 CARTA NAUTICA -PLANTA SITUAÇÃO ENTRADA DA BARRA - OBSERVAR A PRAINHA - 1925

Em Piratininga, lá só havia o forte de São Francisco Xavier. A construção dos pavilhões do quartel foi feitos pelos Srs. Barros e Verediano, empreiteiros das obras. Na garganta entre o Morro do Convento e a Uchuaria, onde ficava a guarita, morava o Sr. Luiz Bucha. A banda do batalhão tocava no coreto da Praça da Bandeira. Era a retreta, toda 4ª e domingo. Havia a missa na Igreja do Rosário e a seguir a retreta. Em volta da praça o pessoal ficava passeando, e era ali que muita gente arrumou namorada. 
FOTO - FORTE PIRATININGA -1936

O surgimento da Fábrica de Bombons Garoto:  Na Praça Capitão Octávio Araújo, perto do Radagázio, havia uma fábrica de balas “pelada” (bala sem papel de enrolar). O dono, Sr. Inácio Higino, morreu e “Seu” Henrique comprou as máquinas da viúva, e deu emprego na fábrica que abriu lá na Glória, que chamava “Esconderijo de Bode”, porque tinha muito cabrito por lá. O Sr. Henrique tinha uma torrefação em Caratoíra, chamava Café Gato Preto, e começou a fábrica na Glória, onde havia uma fábrica de ladrilhos.
FOTO PRAINHA - 1900
A história do hotel do Sr. João Nava, na Rua Vasco Coutinho, se confunde com a do Batalhão. Ali ficavam alojados os militares que vieram organizar o que antecedeu ao 3º BC, que foi o 50º Batalhão de Caçadores. A sala de ordens deste Batalhão ficava em gente, na casa que abriga o bar de “Seu Lalau”. O pessoal jazia rancho no Beco do Ataíde. O Sr. João Nava era o cozinheiro do batalhão, e cuidava da horta. No final das contas a mulher do Sr. João Nava, Dª Maria, quando enviuvou e depois faleceu, passou o prédio para o Sr. Panizardi Augusto. Na Praia de Inhoá, antes do aterro de onde surgiu a EAMES, tinha uma aldeia de pescadores, com choupanas. Havia uma fábrica de meias. Era importante indústria de confecções da época. Mais a frente, com acesso por mar, tinha um armazém, que era antigo depósito de pólvora. Em frente da praia tinha a famosa Ilha da Forca, engolida depois com o aterro da EAMES. 
 FOTO: SEDE DA PRAFEITURA
 FOTO: PRAINHA, PEDRA DO CUZEIRO E ENSEDA DE INHOÁ

FOTO: CENTRO E PRAINHA - 1936

CONVENTO DA PENHA: 
É considerado o principal monumento religioso do Estado e símbolo de devoção a Nossa Senhora da Penha. Oito dias após a Páscoa, fiéis de todo o país se dirigem ao Convento em homenagem a Santa. A origem do culto à Nossa Senhora da Penha teve início em 1558, quando o Frei Francisco Pedro Palácio, vindo de Portugal, chegou em Vila Velha trazendo um painel da Santa. Segundo a versão popular, o quadro teria sumido da Gruta onde o Frei morava e assim indicou o lugar onde deveria ser construído, no alto de um morro de 154 metros. A edificação da “ermida das palmeiras” foi erguida por volta de 1560. A pequena capela construída pelo frei Pedro Palácios teve a sua primeira modificação em 1651, a pedido do filho do donatário Vasco Coutinho e outros principais da Vila que queriam construir um Convento no Espírito Santo, resultando em uma das mais belas construções do Brasil Colonial. Desde de então, o convento já passou por inúmeras reformas. A imagem da Penha, “Padroeira do Espírito Santo”, que chegou em 1570 encomendadas pelo Frei, a imagem de São Francisco e o painel de Nossa Senhora dos Prazeres, trazido por Pedro Palácios, é uma pintura a óleo de autor desconhecido tida como a mais antiga existente no Brasil, estão expostos no Convento. Com objetivo de possibilitar a todos os fiéis a apreciação deste acervo, foi criado o Museu do Convento de Nossa Senhora da Penha, que possui como objetos vestimentas e demais artefatos utilizados pelos primeiros frades.
 
 FOTOS CONVENTO DA PENHA: 1930
FOTO: CONVENTO DA PENHA 1928
FOTO: CONVENTO DA PENHA- 1940

LADEIRA DAS SETE VOLTAS:
A antiga ladeira que dá acesso ao Convento originou-se do caminho feito por índios, escravos, primeiros moradores e devotos que trabalhavam na construção da primitiva capela, inaugurada em 1570. Desde de então, essa trilha ficou conhecida como “caminho das sete voltas” ou da Penitência, devido ao seu declive acentuado e ao calçamento disforme. As sete voltas representam as “sete alegrias de Nossa Senhora”, devoção pregada pela Ordem Franciscana: - Anunciação pelo Anjo Gabriel;
- Visita de sua prima Isabel;
- Nascimento de Jesus Cristo;
- Recebimento do Espírito Santo por Jesus Cristo;
- Apresentação de Jesus no Templo;
- A ressurreição de Jesus;
- Sua ascensão aos céus como rainha.
FOTO: PORTÃO DA LADEIRA SETE VOLTAS- 1936

MONUMENTOS HISTORICOS:

Igreja Nossa Senhora do Rosário, Museu Homero Massena e Museu Etnográfico, mais conhecido como Casa da Memória. A enseada histórica da Prainha foi o local onde aportou o primeiro donatário do Espírito Santo, Vasco Fernandes Coutinho. É o local onde começou a colonização do Espírito Santo. A Prainha recebeu esse nome por questão de gosto popular, já que Vila Velha é privilegiada por praias de grande extensão, o povo, carinhosamente, sempre se referiu à pequena praia da enseada como a Prainha.
 
FOTO: CENTRO - 1960
FOTO CENTRO: 1960
FOTOS: CONVENTO - 1940/1940 E 1970
 
 
 
 
FOTOS DA PRAINHA- 1936

IGREJA NOSSA SENHORA DO ROSÁRIO
É a mais antiga do estado, sendo o início de sua construção em 1535, logo após a chegada do donatário, sob a forma de capela. Com a ajuda do jesuíta Afonso Brás e o irmão leigo Simão Gonçalves, receberam naquela época o acréscimo de uma nave maior e o nome de Igreja Santa Catarina, sendo depois denominada de Igreja do Rosário. A praça da frente tem palmeiras imperiais e obeliscos em homenagem à Vasco Fernandes Coutinho e a Nossa Senhora dos Prazeres. A Igreja do Rosário é um bem tombado pelo “IPHAN” (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional), deu-se em 20 de março de 1950. É resultante da ampliação da mais antiga capela edificada na Capitania do espírito Santo Capitania, e foi construída pelo seu primeiro donatário, Vasco Fernandes Coutinho. Esta igreja é um marco da colonização do solo espírito-santense. Trata-se da igreja mais antiga do Brasil ainda de pé. A construção começara com uma capela, edificada em 1535 pelo próprio donatário. Em 1551, o Pe. Afonso Brás edifica o templo de pedra no lugar da de palha. Alguns atribuem o título á Igreja de Igarassu em Pernambuco, mas com a conquista do Nordeste pelos holandeses, a igreja é destruída em uma revolta, sendo no séc. XVII totalmente demolida para a construção da igreja atual. Há registros de uma suposta igreja que começou a ser construída com Martim Afonso de Souza em São Vicente. Se uma ressaca do mar não tivesse a levado para o mar fazendo-a desaparecer por estar na beira da praia, seria a igreja mais antiga do Brasil. A Igreja de Nossa Senhora do Rosário é o único templo da América que conserva a história do Padroado (A Doutrina da Igreja Católica do Novo Mundo), tendo preservado o documento de doação das santas relíquias de São Colombo e São Liberato como suas ditas relíquias na pedra D'ara.

GRUTA FREI PEDRO PALÁCIO
Trata-se de um vão formado pela natureza embaixo de uma grande pedra situada no sopé da montanha. Possui aproximadamente 1 metro de altura em declive a partir da entrada e 3 metros de extensão com perfeita visibilidade interior. Segundo alguns historiadores, foi residência do Frei Pedro Palácio por mais de 6 anos. Nela dormia o Frei tendo como travesseiro uma pedra e nada mais, pois fazia parte da ordem viver na mais dura pobreza. Do mesmo lado e adiante da gruta, está o nicho onde, segundo historiadores, o frei Pedro colocava o quadro de Nossa Senhora que trouxera de Portugal, e diante do qual orava como povo.
FOTO: PORTÃO SETE VOLTA E GRUTA FREI PEDRO PALACIOS - 1900



FORTE DE SÃO FRANCISCO DE XAVIER
Anteriormente denominado Fortaleza de São Francisco de Piratininga, ou simplesmente Piratininga e também da Barra, se localiza na base do Morro da Penha, e no sul da barra de Vitória. Vasco Fernandes Coutinho teria construído uma pequena fortificação em 1535. Sua ampliação teve início no ano de 1700 e em 1703 o forte se encontrava bastante adiantado. No entanto, em 1705, sofreram investidas inglesas e holandesas. O Conde Sabugosa mandou reedificar o Forte em 1726, marco do início da colonização, dando-lhe forma circular e aparelhando-o com 15 peças de canhoneiras. Em 1862, foi cedido à Marinha e passou a servir como armazém, e logo após como a 1ª Escola de Aprendizes de Marinheiros, extinta em 1866. Aproveitando-se as amuradas, fizeram-se ampliações nas instalações, reinaugurando-se a Escola em 1909. Todavia, essa fase foi de pouca duração pois, já em 1913, a Escola foi mais uma vez extinta. Em conseqüência do seu fechamento, a antiga Fortaleza entrou em declínio pelo desuso. Abrigando, então, em 1919, o 3º Batalhão de Caçadores, hoje o 38º Batalhão de Infantaria. Como lembrança da passagem da Escola de Aprendizes-Marinheiros do Espírito Santo pela Fortaleza de Piratininga, ali está, num dos edifícios internos, uma escada cuja balaustrada é composta de âncoras. O Forte São Francisco Xavier é considerado um marco da presença do Exército no Estado, que teve o seu destaque na proteção do ouro das Minas Gerais no século XVII e XVIII.

FOTO: 3º BATALHÃO DE CAÇADORES - 1936
 
FOTO: ESCOLA DE APRENDIZES-MARINHEIROS - 1965

A INDÚSTRIA NA PRAINHA:
No ano de 1929 começam as atividades da fábrica de balas de Henrique Meyerfreund — núcleo inicial da fábrica de Chocolates Garoto — num antigo galpão à atual Rua Bernardo Schneider, na Prainha, Vila Velha. Em 1936 a fábrica de balas foi transferida para o bairro da Glória, local em que se encontra até hoje.
FOTO: PRAINHA ORLA - 1936

CASA DA MEMÓRIA:
Imóvel tombado pelo Governo do Estado com mais de 100 anos de fundação, situado ao lado do museu Homero Massena. Transformada em museu, a casa onde o artista plástico Homero Massena passou os últimos 20 anos da sua vida. O artista foi um dos mais ilustres do Estado, ganhou prêmios como fundador da Escola de Belas Artes do Espírito Santo, sétima do Brasil, que se transformou no Centro de Artes da UFES, premiado com 28 medalhas, além de diplomas e outros. O interior da casa procura reconstituir o ambiente do artista, além de objetos pessoais existentes pela casa e no cômodo onde era a oficina de Homero Massena, assim como cerca de 20 quadros deixados pelo pintor. A instalação do museu data de 1986 e recentemente foi transformado no primeiro Museu de Artes Plásticas do Espírito Santo. O termo etnográfico veio em função da desapropriação e levou esse nome, mais tarde popularizado para Casa da Memória, sem prejuízo da atenção para com a etnografia da composição do povo, especialmente o Canela Verde, que é uma mistura de três raças: Européias, Indígena e Negra( Etnografia é o estudo dos grupos étnicos, tais como nações, tribos, sob o aspecto psicocultural). Com manifestações e eventos importantes, o Museu promove exposição sobre o Convento da Penha, cerimônia comemorativa do termino 2ª Guerra Mundial, exposição permanente, fotos e objetos sobre o sítio histórico da Prainha e adjacências; um grande acervo que remonta a cultura local, resgatando a história e memória do município e do Estado. É a mais recente instituição criada com a finalidade de incentivar o estudo da história e do desenvolvimento cultural de Vila Velha sob todos os aspectos.

PEDRA DE INHOÁ
Inhoá é uma palavra de origem tupi que significa centopéia. Pode servir como mirante natural, pois possui uma belíssima vista da baía de Vitória, além do Convento da Penha e outras belezas naturais do município.

Museu Homero Massena:
Transformada em museu, a casa onde o artista plástico Homero Massena passou os últimos 20 anos da sua vida. O artista foi um dos mais ilustres do Estado, ganhou prêmios como fundador da Escola de Belas Artes do Espírito Santo, sétima do Brasil, que se transformou no Centro de Artes da UFES, premiado com 28 medalhas, além de diplomas e outros. O interior da casa procura reconstituir o ambiente do artista, além de objetos pessoais existentes pela casa e no cômodo onde era a oficina de Homero Massena, assim como cerca de 20 quadros deixados pelo pintor. A instalação do museu data de 1986 e recentemente foi transformado no primeiro Museu de Artes Plásticas do Espírito Santo. 

SITUAÇÃO ATUAL. 
 
FOTO PRAINHA - 1972
Uma luta que participei, juntamente com a comunidade local. O Ministério do Exercito queria construir no local, uma brigada de Pára-quedistas do Exército. Com apoio do IPAHN, conseguimos o tombamento do sitio histórico e foi possível a construção do Parque da Prainha, pelo Governo do Estado, na administração do Governador Max Mauro, de família tradicionalmente da Prainha e canela-verde de coração. 

 (CLIQUE PARA AMPLIAR)
 
 OUTROS PROJETOS EM ANDAMENTO:

CREDITOS/FOTOS/ARQUIVOS:
-Instituto Jones dos Santos Neves -IJSN
- IPHED
-FRM-ES/CAR.UFES
-FOTO PAES
-IPHAN/E
-Jornal A Tribuna
-Revista Agora


UM PEQUENO VIDEO PARA ILUSTRAR COM BELAS IMAGENS DE VILA VELHA



                                                                                     
 


4 comentários:

  1. FANTÁSTICO, PARABENS ,MUITO OBRIGADO PELO LEGADO SDS

    ResponderExcluir
  2. Agradeço como cidadão pelas informações trazidas a conhecimento publico sobre a nossa amanda vila velha. Eu amante da historia fico muito feliz por ver sites como estes.
    A você meus parabens.

    ResponderExcluir
  3. Parabens pelo historico, conheci Vila Velha em 1965, fui para a EAMES, fiquei 1 ano e vi a cidade crescer, voltei 20 anos depois e continuo indo, mas mudou muita coisa, a Prainha me deixou muita recordaçao era um lugar paradisiaco e aconchegante, tinha um navio encalhado onde eu sempre ia a nado, tem alguma foto por ai? se tiver postem é lindo o quadro.

    ResponderExcluir
  4. eu sou apaixonadapela prainha.eu tinha 6 anos quando a vipela primeira vez,fui adotada, por ela,morei,na quele, casarao , na foto acima .que ficava perto do portao do convento antigo,eu tomava conta,da capelinha que fica perto da gruta,eu fiqui,com uma familia, dona cici,esposa de um sargento.e seus filhos,meu irmao na epoca era cabo,do exescito,sinto, muita saudades da quele tenpo.estou com 54 anos.

    ResponderExcluir