PRIMAVERA EM HELSINQUE – FINLÂNDIA
POR: WILLIS DE FARIA
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As linhas inusitadas do Museu de Arte Contemporânea Kiasma dão uma
excelente primeira impressão sobre o lugar, que abriga exposições finlandesas e
internacionais. E a inovadora e modernista sala de concertos Finlandia
Hall – revestida de mármore branco reluzente às margens do lago
Töölönlahti – nasceu das mãos do ousado arquiteto finlandês Alvar Aalto,
que projetou grande parte da Helsinque do século 20.
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Sauna: A Finlândia tem 5 milhões de habitantes e 1,5 milhão de saunas. Na
cultura tradicional do campo, a sauna sempre foi um lugar multiuso, para
socializar – inclusive debater negócios! – e cuidar da saúde.
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Mais café, por favor: Os finlandeses formam uma das nações que mais bebem café
no mundo. Consomem quase 10 quilos de café por pessoa por ano. Por isso mesmo,
não faltam lugares aconchegantes para tomar um cafezinho em Helsinque.
Viajar
e expandir os conhecimentos e uma das melhores coisas de nossa vida. Viajar é
definitivamente algo que nos move e que desperta sentimentos únicos. Sair é,
muitas vezes, a melhor forma de nos encontrarmos – por mais irônico que possa
parecer. Viajar nos faz mais humildes ao nos tirar da bolha e nos mostrar que o
mundo é muito maior – e mais complexo – do que insistimos em imaginar.
Porque
quando viajamos tudo é novo e, consequemente, referência. É a melhor forma de
se inspirar e desenvolver a criatividade enquanto se diverte. Nos tira do tédio
– um dos grandes causadores da infelicidade. Nos torna menos preconceituosos.
Passamos a entender – e admirar – culturas que antes apenas julgávamos sem
conhecer.
É
bem mais seguro do que imaginamos. Muitas vezes fantasiamos coisas terríveis
que podem acontecer em viagens, mas raríssimas delas acontecem. Viajar pode ser
mais seguro do que permanecer onde você está.
Viagem
é a única coisa que compramos e que nos deixa mais ricos. Porque a emoção de
estar num lugar que você sempre viu nos livros (e sonhou em estar) nunca vai
poder ser descrita em palavras, fotos ou vídeos.
Lembrei-me
de publicar esta viagem a esta cidade, quando nesta pandemia, assistia
seriados- filmes nórdicos (Finlandês), onde a paisagem do inverno proporciona
um efeito visual espetacular.
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Chegar a Helsinque é deparar-se com uma capital europeia excêntrica. Localizada
em uma península no Golfo da Finlândia no mar Báltico, durante seus mais de
quatro séculos de história ela oscilou entre Suécia e Rússia, que lutavam por
controle territorial e marítimo. Resultado?
A
influência dos vizinhos ficou impressa para sempre na capital finlandesa. Tem
como cidade irmã a capital Talin (Estônia), do outro lado do golfo da Finlândia.
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Helsinki com aproximadamente 560 mil habitantes, é a capital da República da
Finlândia e a maior cidade do país. A Finlândia faz fronteira com a Suécia no
oeste, a Noruega, no norte e Rússia no leste, enquanto Estônia está ao sul do
Golfo da Finlândia. No ponto mais setentrional da Finlândia, o Sol não se põe
durante 73 dias no verão e não chega a nascer durante 51 dias no inverno.
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Ela está tanto na arquitetura – ora de um minimalismo nórdico, inspirada no
glamour da russa São Petersburgo – quanto na personalidade de seus moradores,
que combina certa melancolia eslava com o liberalismo escandinavo e a visível
paixão por vodca. Sim, em diversos momentos, virando uma esquina aqui e outra
ali, a gente se pergunta se aquele lugar é um carrancudo país do Leste Europeu
ou um bucólico e próspero estado nórdico.
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Quem chega assim vê primeiro a Fortaleza de Suomenlinna – construída
no século 18 como proteção contra os hostis russos que rondavam o Golfo da
Finlândia. Ali perto de onde barcos atracam já se percebe o primeiro exemplo da
mescla de cultura: a Praça do Senado. Ali reinam as cúpulas verdes de um
edifício branco neoclássico, o maior símbolo de Helsinque, a igreja luterana Tuomiokirkko.
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A estátua do czar Alexandre fica bem em frente relembrando os tempos de domínio
russo. O mais belo exemplo da influência arquitetônica, religiosa e cultural do
grande vizinho do Leste (Rússia), ergue-se a poucas quadras dali. Com cúpulas
douradas e tijolos vermelhos numa mescla dos estilos bizantino e russo,
a Catedral Uspenski é o maior templo ortodoxo da Europa Ocidental.
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Mas é passeando pela principal Avenida de Helsinque, a Mannerheimintie,
que o visitante vai percebendo os outros estilos arquitetônicos da cidade. A
impressionante estação de trem art nouveau é um marco inesquecível.
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É que Helsinque foi erguida em meio a uma floresta e os finlandeses fazem
questão de alardear que vivem em total harmonia com essa condição.
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Para quem pretende conhecer a cidade ainda mais a fundo, alguns lugares
interessantes incluem a Temppeliaukio Kirkko, uma igreja construída em 1969
dentro de uma pedra.
• Design finlandês: Helsinque atrai fãs de design e
arquitetura de todo o mundo. O design finlandês é caracterizado por linhas
limpas e minimalismo. O Modernismo finlandês da década de 1950 é
particularmente popular. O Design finlandês contemporâneo combina inovações de
agora com essas tradições.
FOTOS DOS PONTOS VISITADOS EM HELSINQUE.
· Viajar é viver uma imensidão de sensações,
experiências, surpresas e emoções.
É conhecer o mundo de coração aberto, sorriso no
rosto e alma feliz. É guardar no peito as aventuras, os prazeres, as histórias
e as melhores recordações.
Espero que vocês tenham gostado destas emoções eu vivi.




































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