PRIMAVERA EM HELSINQUE – FINLÂNDIA

POR: WILLIS DE FARIA

Viajar e expandir os conhecimentos e uma das melhores coisas de nossa vida. Viajar é definitivamente algo que nos move e que desperta sentimentos únicos. Sair é, muitas vezes, a melhor forma de nos encontrarmos – por mais irônico que possa parecer. Viajar nos faz mais humildes ao nos tirar da bolha e nos mostrar que o mundo é muito maior – e mais complexo – do que insistimos em imaginar.

Porque quando viajamos tudo é novo e, consequemente, referência. É a melhor forma de se inspirar e desenvolver a criatividade enquanto se diverte. Nos tira do tédio – um dos grandes causadores da infelicidade. Nos torna menos preconceituosos. Passamos a entender – e admirar – culturas que antes apenas julgávamos sem conhecer.

É bem mais seguro do que imaginamos. Muitas vezes fantasiamos coisas terríveis que podem acontecer em viagens, mas raríssimas delas acontecem. Viajar pode ser mais seguro do que permanecer onde você está.

Viagem é a única coisa que compramos e que nos deixa mais ricos. Porque a emoção de estar num lugar que você sempre viu nos livros (e sonhou em estar) nunca vai poder ser descrita em palavras, fotos ou vídeos.

Lembrei-me de publicar esta viagem a esta cidade, quando nesta pandemia, assistia seriados- filmes nórdicos (Finlandês), onde a paisagem do inverno proporciona um efeito visual espetacular.

- Chegar a Helsinque é deparar-se com uma capital europeia excêntrica. Localizada em uma península no Golfo da Finlândia no mar Báltico, durante seus mais de quatro séculos de história ela oscilou entre Suécia e Rússia, que lutavam por controle territorial e marítimo. Resultado?

A influência dos vizinhos ficou impressa para sempre na capital finlandesa. Tem como cidade irmã a capital Talin (Estônia), do outro lado do golfo da Finlândia.
- Helsinki com aproximadamente 560 mil habitantes, é a capital da República da Finlândia e a maior cidade do país. A Finlândia faz fronteira com a Suécia no oeste, a Noruega, no norte e Rússia no leste, enquanto Estônia está ao sul do Golfo da Finlândia. No ponto mais setentrional da Finlândia, o Sol não se põe durante 73 dias no verão e não chega a nascer durante 51 dias no inverno.







- Ela está tanto na arquitetura – ora de um minimalismo nórdico, inspirada no glamour da russa São Petersburgo – quanto na personalidade de seus moradores, que combina certa melancolia eslava com o liberalismo escandinavo e a visível paixão por vodca. Sim, em diversos momentos, virando uma esquina aqui e outra ali, a gente se pergunta se aquele lugar é um carrancudo país do Leste Europeu ou um bucólico e próspero estado nórdico.



- Quem chega assim vê primeiro a Fortaleza de Suomenlinna – construída no século 18 como proteção contra os hostis russos que rondavam o Golfo da Finlândia. Ali perto de onde barcos atracam já se percebe o primeiro exemplo da mescla de cultura: a Praça do Senado. Ali reinam as cúpulas verdes de um edifício branco neoclássico, o maior símbolo de Helsinque, a igreja luterana Tuomiokirkko.


- A estátua do czar Alexandre fica bem em frente relembrando os tempos de domínio russo. O mais belo exemplo da influência arquitetônica, religiosa e cultural do grande vizinho do Leste (Rússia), ergue-se a poucas quadras dali. Com cúpulas douradas e tijolos vermelhos numa mescla dos estilos bizantino e russo, a Catedral Uspenski é o maior templo ortodoxo da Europa Ocidental. 

- Mas é passeando pela principal Avenida de Helsinque, a Mannerheimintie, que o visitante vai percebendo os outros estilos arquitetônicos da cidade. A impressionante estação de trem art nouveau é um marco inesquecível.


- As linhas inusitadas do Museu de Arte Contemporânea Kiasma dão uma excelente primeira impressão sobre o lugar, que abriga exposições finlandesas e internacionais. E a inovadora e modernista sala de concertos Finlandia Hall – revestida de mármore branco reluzente às margens do lago Töölönlahti – nasceu das mãos do ousado arquiteto finlandês Alvar Aalto, que projetou grande parte da Helsinque do século 20.
- É que Helsinque foi erguida em meio a uma floresta e os finlandeses fazem questão de alardear que vivem em total harmonia com essa condição.

- Para quem pretende conhecer a cidade ainda mais a fundo, alguns lugares interessantes incluem a Temppeliaukio Kirkko, uma igreja construída em 1969 dentro de uma pedra.

 • Sauna: A Finlândia tem 5 milhões de habitantes e 1,5 milhão de saunas. Na cultura tradicional do campo, a sauna sempre foi um lugar multiuso, para socializar – inclusive debater negócios! – e cuidar da saúde. 

• Mais café, por favor: Os finlandeses formam uma das nações que mais bebem café no mundo. Consomem quase 10 quilos de café por pessoa por ano. Por isso mesmo, não faltam lugares aconchegantes para tomar um cafezinho em Helsinque.

• Design finlandês: Helsinque atrai fãs de design e arquitetura de todo o mundo. O design finlandês é caracterizado por linhas limpas e minimalismo. O Modernismo finlandês da década de 1950 é particularmente popular. O Design finlandês contemporâneo combina inovações de agora com essas tradições.

FOTOS DOS PONTOS VISITADOS EM HELSINQUE.













·      Viajar é viver uma imensidão de sensações, experiências, surpresas e emoções.
É conhecer o mundo de coração aberto, sorriso no rosto e alma feliz. É guardar no peito as aventuras, os prazeres, as histórias e as melhores recordações.
Espero que vocês tenham gostado destas emoções eu vivi.



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