ROMA: A CIDADE ETERNA – UM TOUR NO ENTORNO DOS PRINCIPAIS PONTOS TURISTICOS.

(POR: WILLIS DE FARIA)

Partimos da Cidade-Estado San Marino em direção ao sul-Roma, dia 28 de maio pela manha e em nosso caminho estava à cidade de Assis, e depois de visita-la seguimos para ROMA, aonde chegamos ao cair da noite na cidade eterna. Hospedamo-nos em um hotel próximo a Estação Termini, principal entroncamento rodoferroviário da cidade.

Pela manha do dia 29 de maio de 2016, programamos conhecer o circuito turístico da cidade, para talo compramos passagens para dois dias no ônibus CitySigtSeeing – Hop On – Hop Off ( Giro cittá Sali e Scendi) no valor de 28 euros por pessoas, mas com direito a andar dois dias. Partimos para viajar em todo circuito para depois visitar os pontos turísticos.

Minha maquina fotográfica juntos com meus despertos olhos, eternizava toda paisagem e arquitetura da cidade, que compartilho agora com vocês.


Mas antes podemos informar que a arquitetura romana foi bastante influenciada pelos gregos, em especial pelos templos, pelo realismo e pela preocupação com a beleza. Também foi direcionada pelo espírito guerreiro e prático dos próprios romanos. Suas conquistas eram celebradas com esculturas, monumentos, obeliscos e arcos de triunfo. Mas as principais marcas deixadas pelos romanos foram as estradas construídas em linha reta — para facilitar o deslocamento rápido das legiões de guerreiros — e os aquedutos para abastecer e desenvolver as colônias romanas espalhadas pelos territórios conquistados.







A arquitetura romana com sua monumentalidade que comunica a grandiosidade do Estado é o símbolo de seu império. A escala das construções é multiplicada, busca-se uma solidez imponente em detrimento da elegância e da escala humana. Aquedutos, estradas pavimentadas, pontes em alvenaria dão a dimensão do espaço ocupado e da evolução urbanística alcançada pelos romanos.

Os templos romanos foram o resultado de uma combinação de elementos gregos e etruscos: planta retangular, teto de duas águas, vestíbulo profundo com colunas livres e uma escada na fachada dando acesso ao pódio, ou base. Além das tradicionais ordens gregas - dórica, jônica e coríntia - os romanos inventaram outras duas: a toscana, uma espécie de ordem dórica sem estrias na fuste, e a composta, com um capitel criado a partir da mistura de elementos jônicos e coríntios.

As Características da Arquitetura Romana

  • Templo da Fortuna de Virilis: Características etruscas – alto pódio, larga cellae profundo pórtico.
  • Características gregas: colunas jônicas. Assim como em outras obras de templos, os antigos romanos pensavam no espaço que eles precisavam, quando erguiam as construções.
  • Características romanas: ordens toscana (inspirada no estilo dórico) e compósita (inspiração no jônico e no coríntio), porém uma criação completamente nova.
  • A decoração fica em segundo plano. O que é mais importante é o projeto que seja considerado sólido e resista ao tempo.
  • A entrada do uso do cimento, que permitia determinadas junções sólidas.
  • Os antigos romanos voltaram a usar o mármore nas construções.
  • A arquitetura romana ganhou um novo tipo de abóbada: em berço e de aresta.
  • A construção de arcos, dando as obras um toque de arte.
  • Construção de basílicas: amplas construções, em praças públicas, que aplicavam todos os estilos de arquitetura que existiam na época. Normalmente, sustentadas por colunas em arco.
  • Paredes largas com aberturas estreitas que serviam como janelas.











  • A arquitetura romana se espalhou por outras regiões que pertenciam ao Império Romano, graças ao que foi chamado de romanização.
Toda esta beleza reflete um passado glorioso.



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