CORONAVIRUS - ATRÁS DE UMA CORTINA DE FUMAÇA - NOVA ORDEM MUNDIAL.


POR: WILLIS DE FARIA

A palavra geopolítica não é uma simples contração de geografia política, como pensam alguns, mas sim algo que diz respeito às disputas de poder no espaço mundial e que, como a noção de PODER já o diz que poder implica dominação, via Estado ou não, em relações de assimetria enfim, que podem ser culturais, sexuais.

A geopolítica sempre se caracterizou pela presença de pressões de todo tipo, intervenções no cenário internacional desde as mais brandas até guerras e conquistas de territórios. Inicialmente, essas ações tinham como sujeito fundamental o Estado, pois ele era entendido como a única fonte de poder, a única representação da política, e as disputas eram analisadas apenas entre os Estados.

Com o advento de uma Nova Ordem Mundial, a geopolítica internacional sofreu profundas transformações no início da década de 1990. Isso porque, com o fim da oposição “capitalismo x socialismo”, o mundo se defrontou com uma realidade marcada pela existência de um único sistema político-econômico, o capitalismo.

Exceto por Cuba, China e Coreia do Norte, que ainda apresentam suas economias fundamentadas parcialmente no socialismo, o capitalismo é o sistema em vigor no mundo desde o início da década de 90.

A Nova Ordem Mundial – ou Nova Ordem Geopolítica Mundial – significa o plano geopolítico internacional das correlações de poder e força entre os Estados Nacionais após o final da Guerra Fria.

Com a queda do Muro de Berlim, em 1989, e o esfacelamento da União Soviética, em 1991, o mundo se viu diante de uma nova configuração política. A soberania dos Estados Unidos e do capitalismo se estendeu por praticamente todo o mundo e a OTAN (Organização do Tratado do Atlântico Norte) se consolidou como o maior e mais poderoso tratado militar internacional. 

O planeta, que antes se encontrava na denominada “Ordem Bipolar” da Guerra Fria, passou a buscar um novo termo para designar o novo plano político.

A primeira expressão que pode ser designada para definir a Nova Ordem Mundial é a unipolaridade, uma vez que, sob o ponto de vista militar, os EUA se tornaram soberanos diante da impossibilidade de qualquer outro país rivalizar com os norte-americanos nesse quesito.

A segunda expressão utilizada é a multipolaridade, pois, após o término da Guerra Fria, o poderio militar não era mais o critério principal a ser estabelecido para determinar a potencialidade global de um Estado Nacional, mas sim o poderio econômico.

Nesse plano, novas frentes emergiram para rivalizar com os EUA, a saber: o Japão e a União Europeia, em um primeiro momento, e a China em um segundo momento, sobretudo a partir do final da década de 2000.

Por fim, temos uma terceira proposta, mais consensual: a unimultipolaridade. Tal expressão é utilizada para designar o duplo caráter da ordem de poder global: “uni” para designar a supremacia militar e política dos EUA e “multi” para designar os múltiplos centros de poder econômico.


OS POLOS DE PODER NA ECONOMIA GLOBALIZADA

Na nova ordem mundial, a bipolaridade representada por Estados Unidos e União Soviética foi substituída pela multipolaridade. Os polos de poder econômico de maior destaque na atualidade são: Estados Unidos, União Europeia, Japão, China e determinados países emergentes.

Com o advento de uma Nova Ordem Mundial, a geopolítica internacional sofreu profundas transformações no início da década de 1990. Isso porque, com o fim da oposição “capitalismo x socialismo”, o mundo se defrontou com uma realidade marcada pela existência de um único sistema político-econômico, o capitalismo.

Apesar de a economia globalizada ser definida como multipolar, os principais dados referentes ao desempenho econômico internacional demonstram que existem três grandes polos que lideram a economia do mundo: o bloco americano, o asiático e o europeu, que controlam mais de 80% dos investimentos mundiais.

Podemos destacar a expansão do processo de globalização como uma das principais características da nova ordem mundial, levando ao aumento dos fluxos mundiais de pessoas, mercadoria, capitais e informações. Assim, se expandiram transações econômicas, surgiram novos blocos econômicos e despontaram, no campo da economia, países como Alemanha e Japão.

Portanto, pode-se afirmar que a nova ordem mundial, iniciada a partir dos anos 1990, é marcada por uma unipolaridade no campo militar e político, e por uma multipolaridade no campo da economia.

Contudo, mesmo com a supremacia militar norte-americana, a globalização e as relações econômicas deixaram os países (inclusive os EUA) mais dependentes entre si. 

Uma guerra de grandes proporções é sempre evitada. Pode-se dizer que a geopolítica atual é marcada por grandes incertezas, uma vez que diversos atores estão surgindo a todo instante, sejam eles econômicos, como os BRICS, ou terroristas, como o Estado Islâmico, relativizando e criando novos cenários geopolíticos.

Em 11 de setembro de 2018, após duas décadas de conflitos, Eritreia e Etiópia finalmente reabriram a fronteira que as divide. Foi um dia de alívio: uma guerra entre os dois países estourou em 1998 e, desde então, nenhum acordo havia sido firmado a respeito das disputas territoriais que motivaram o combate. “É maravilhoso. Eu vim aqui para encontrar parentes que eu não via há 20 anos”, celebrava um etíope ouvido pela BBC na cidade fronteiriça de Zalambessa.

Como ele, milhares de pessoas se uniram para celebrar a paz nos locais próximos à divisa. A festa generalizada em dois dos países mais pobres do mundo ecoou também em um dos mais ricos: poucos tinham tanto em jogo quanto a China, que vem investindo pesado na África desde a virada do século e só perderia com a continuidade da guerra.


Muitos analistas sugeriram que o sofrido processo de paz só conseguiu chegar a uma resolução – que até alguns anos atrás parecia improvável – graças à influência chinesa. A Etiópia é particularmente importante nesse cenário.

Desde o ano 2000, o país esteve entre os africanos que mais receberam empréstimos da China no continente, mais que um décimo do total. Cerca de US$ 12 bilhões repassados pelo governo de Xi Jinping ajudaram a financiar a construção e a reforma de grandes projetos que melhoraram as condições de vida na região e geraram milhares de empregos – estradas, ferrovias, barragens e fábricas.

Com tanto investimento, a Etiópia ganhou o apelido de “China da África” – não só pela presença cada vez maior de empresários orientais no país, mas também pelo seu rápido crescimento econômico. Na última década, o PIB etíope aumentou uma média de 10% ao ano, e a previsão é que continue sendo o que mais rapidamente cresce no mundo.

O interesse chinês no continente não é novidade. Ainda nos anos 1960, Mao Tsé-Tung manteve ótimas relações com alguns dos mais proeminentes líderes africanos que lutavam contra a dominação colonial. Em plena Guerra Fria, essa aproximação era também uma maneira de garantir que as novas nações independentes não saíssem da esfera de influência do bloco socialista.

O principal projeto dessa época foi a ferrovia Tazara, inaugurada em 1976, que, ao longo de quase 2 mil quilômetros, ligava as minas de cobre no interior da Zâmbia ao porto de Dar Es Salaam, na Tanzânia – foi a primeira grande obra pan-africana dedicada ao transporte terrestre.

Quatro décadas depois, a linha hoje está decrépita e só passam nela dois trens por semana, mas a própria China promete ajudar a reformá-la, colocando até um trem-bala em cima – o tempo total de viagem, que hoje leva dois dias em condições normais, poderia cair para apenas dez horas.

Os chineses também falam em conectar a rede existente aos vizinhos Uganda, Ruanda e Burundi, países sem litoral que ganhariam acesso fácil aos portos do leste africano.


Pequim está de olho nos recursos do continente e em expandir mercados para seus produtos. O valor total do comércio entre a China e a África cresceu exponencialmente, saltando de US$ 10 bilhões em 2000 para US$ 220 bilhões em 2014. Ainda mais importante do que isso, porém, é a mudança na maneira como essa relação econômica se dá.

Na época em que Mao fez seus primeiros contatos com os revolucionários da África, a China era um país muito mais pobre e fechado ao mercado do que é hoje – o dinheiro, além de ser mais curto, chegava aos africanos por meio de doações e verbas de ajuda humanitária. Hoje, os valores são empréstimos, que devem ser devolvidos em algum momento.

As Ordens Mundiais são formadas com base nas relações de poder e soberania entre as nações. Estas, por sua vez, se configuram de acordo com um determinado contexto histórico e temporal.

A Ordem Mundial determina qual o país dominante no mercado econômico internacional, quais os periféricos e quais são os centrais.
Hoje vemos um cenário muito opaco, onde potencias procuram tomam seu rumo em novos domínios, principalmente econômico.

Podemos observar que é óbvio que a cristalização do Putin no poder na Rússia e o avanço chinês pelo mundo estão por trás dessa crise que foi instaurada através da disseminação do Coronavirus.

É fãcil compreender que há uma investida forte do eixo Rússia/China (Eurasianismo, inicialmente apenas russo, mas que teve que engolir a China) no sentido de desestabilizar as sociedades ocidentais, em especial,  aquelas que eles gostam de chamar de "atlanticistas".

No fundo, esse termo, “atlanticista”, nada mais significa do que uma democracia regida pelas leis de mercado e alinhada, de certa forma, aos EUA. 

Dito isso, afirmar que sim, o vírus foi propositalmente disseminado. Já   podemos afirmar que tal pandemia não é e nunca foi acidental. Além disso, tranquilamente, podemos afirmar que, sim, está havendo uma manipulação violenta da mídia para gerar histeria coletiva e afundar o Ocidente em uma depressão econômica. Isso é muito óbvio!

  Se, por óbvio, os atores principais dessa batalha são, de um lado os EUA de Trump e do outro o tal eixo eurasiano formado por Rússia e China, não pensem que o Brasil é uma mera peça sem importância nesse tabuleiro.

A pandemia provocada pelo novo Coronavirus, causadora da COVID-19, talvez seja a primeira crise de proporções realmente mundiais a ocorrer na era da internet, da instantaneidade da comunicação, da desinformação, das fakenews. É também uma crise sem precedentes, por sua escala e repercussões sociais, econômicas, políticas e possivelmente, militares.

A instantaneidade e o volume das informações, muitas transmitidas por mídias sociais sem nenhum tipo de checagem quanto à veracidade, alarma as populações, que exigem de seus governantes repostas imediatas.

Governos do mundo todo são desafiados a oferecer soluções, apresentando decisões e políticas públicas que protejam a saúde de seus cidadãos e minimizem os efeitos econômicos e sociais. Tais ações envolvem aspectos geopolíticos importantes, que devem ser considerados.

O aspecto do controle das fronteiras, por exemplo, mostra o enfraquecimento de organizações intergovernamentais, que se mostram incapazes de liderar iniciativas conjuntas para a solução da crise. Os países-membros da União Europeia, além de outros países europeus que não pertencem ao bloco, mas são signatários da Convenção de Schengen, deveriam garantir a livre circulação de pessoas por suas fronteiras.

Assim, uma crise dessa natureza deveria implicar em uma solução concertada, que previsse soluções que não limitassem esse fluxo. Não é o que está acontecendo. Apesar do posicionamento contrário da Comissão Europeia, alguns países europeus, como Áustria, Dinamarca, Polônia, Eslováquia, República Tcheca e Malta, já decidiram restringir o fluxo de pessoas por suas fronteiras. Mas isso não acontece apenas entre os signatários do acordo de Schengen.

A Rússia já fechou suas fronteiras com a Polônia (na Região de Kaliningrado), Noruega e China. O governo norte-americano proibiu voos internacionais da Europa continental para os EUA, por trinta dias. A Arábia Saudita proibiu todos os voos internacionais por duas semanas.

Medidas semelhantes estão sendo anunciadas por outros países, a cada momento. Na América do Sul, a Colômbia acaba de anunciar o fechamento de sua fronteira com a Venezuela.

A questão do trânsito de pessoas pela fronteira da Colômbia com a Venezuela alerta para um problema ainda maior. À crise da COVID-19 se junta a crise dos refugiados, em um efeito cascata. Há cerca de 1,5 milhões de migrantes venezuelanos na Colômbia.

Em todo o mundo, segundo o Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR), existem mais de 70 milhões de pessoas deslocadas, ou seja, pessoas forçadas a deixar suas regiões de origem por motivos de guerra, perseguição, violência e violação aos direitos humanos.

Grande parte dessas pessoas vivendo em condições precárias, sem acesso a mínimas condições sanitárias. A incidência da COVID-19 nos campos de refugiados ao redor do mundo pode ter consequências terríveis.

A crise encontra o mundo em um momento em que o sistema internacional está assistindo ao acirramento da competição entre os EUA e a China. E, diferentemente de outras crises sanitárias ocorridas no passado, como a SARS, de 2003, ou a gripe aviária, de 2005, quando ocorreu uma grande cooperação internacional, no caso atual, ao contrário, a cooperação internacional, especialmente entre EUA e China, está bastante restrita.

Na verdade, a crise está exacerbando as tensões geopolíticas já existentes entre as duas potências.


Na guerra pelo domínio da narrativa, a competição está acirrada. Na China, há uma campanha de propaganda nas redes sociais, em especial no WeChat (a versão chinesa do WhatsApp), culpando o ocidente e a CIA pela epidemia.

No ocidente, ao contrário, ganham espaço as versões de que o vírus é uma estratégia chinesa para vencer a guerra econômica, deixando o ocidente de joelhos.

Mas não se trata apenas de atribuir a um lado ou outro a culpa pela pandemia. Há que se demonstrar a superioridade gerencial na solução do problema. Nesse sentido, os chineses montaram uma campanha nos meios de comunicação, tentando provar que a resposta à crise demonstraria que a capacidade de governança chinesa seria superior àquela demonstrada pelo ocidente.

O fundador do site AliBaBa faz "generosa" doação aos EUA. Ao mesmo tempo, a China toma medidas práticas para demonstrar ser um país apto a auxiliar outros em dificuldade.

A Itália, por exemplo, país ocidental mais severamente afetado pela epidemia até o momento, tem recebido suprimentos médicos e auxílio da China de forma muito mais eficiente do que aquele oferecido pela própria União Europeia ou por outros países do ocidente.

A ajuda chinesa à Itália, apesar de muito mais simbólica do que efetiva, contrasta com a postura isolacionista dos EUA. A decisão do país de suspender os voos da Europa para os EUA, tomada no meio da noite, de surpresa, causou um verdadeiro caos nos aeroportos europeus. 

Muitos países ficaram irritados, considerando que aliados não devem ser tratados dessa forma e que tal iniciativa deveria ter sido tomada em conjunto.

A pandemia da COVID-19 já é um daqueles eventos que impactam profundamente uma geração. Não apenas pela gravidade da crise sanitária, que afeta diretamente a vida de bilhões de pessoas em todo o mundo. Não apenas pelas consequências econômicas relevantes, que trarão repercussões ainda não precisamente estimadas.

Também não exclusivamente por ser a primeira na era da comunicação instantânea, nem mesmo por somar-se às várias outras crises já existentes, em um terrível efeito cascata. Mas, também, pelo potencial efeito acelerador das mudanças geopolíticas em curso, especialmente aquelas que envolvem a competição entre China e EUA.

Steve Bannon, que foi por muito tempo conselheiro da Casa Branca, já há algum tempo, dizia que o eixo China/Rússia olha para o Brasil como a Alemanha Nazista olhava para a Polônia, no final da década de 30.

Mas, me permito ir além da análise de Bannon. Ao que me parece, quando Bannon se referia à Polônia, não se referia às jazidas de carvão mineral da Silésia, que eram e ainda são tão importantes para a fabricação do aço.

A meu ver, a análise estratégica de Bannon era mais no sentido geográfico da Polônia, que, então, deveria ser o primeiro país a ser conquistado para que se pudesse colocar em ação o plano expansionista de formação do Terceiro Reich.

Lembremos, nesse tocante, que a anexação da Áustria foi anterior à invasão à Polônia, mas foi feita de forma pacífica, já que os interesses austro-germânicos, naquele momento, convergiam.
 
Parece-me que o caso do Brasil é mais crítico. Além da questão geográfica, ou seja, além de estarmos no mesmo continente (considerando as américas como um só continente) do maior inimigo do eixo, que é os EUA, obviamente, não é segredo para ninguém que o Brasil será responsável pela sobrevivência da raça humana no futuro.

Somos o celeiro do mundo. A maior área cultivável e a maior área de pasto. Ou seja, seremos nós que alimentaremos a população sempre crescente do nosso planeta.

Além disso, obviamente, nosso subsolo é o mais desejado pelo mundo inteiro. Nossas riquezas minerais serão a base da construção de grande parte da infraestrutura desse novo mundo que está por vir.

E sempre que falamos sobre presidências anteriores lembramos de uma coisa que poucas pessoas sabem. Alguém aí sabia que um dos maiores influenciadores de FHC foi Antonio Gramsci? Inclusive, a dissertação de mestrado em Sociologia de FHC tinha como tema a principal obra do autor italiano, que foi membro-fundador do Partido Comunista Italiano, em 21/01/1021.



A obra em questão são os 29 volumes que formam os chamados “Cadernos do Cárcere”, escritos por Gramsci entre 1926 e 1937 enquanto amargava um período na cadeia, cumprindo pena imposta pelo regime de Mussolini.

Bom, voltando aos fatos mais relevantes para a conclusão da análise, uma vez pavimentado o caminho pelo FHC, foi possível a instauração do regime socialista capitaneado pelo Partido dos Trabalhadores, onde um dos seus principais aspectos era a subserviência aos interesses russos e chineses.

Quer um exemplo? Uma das perguntas que as pessoas mais se fazem é por qual motivo o BNDES financiou o Porto de Mariel em Cuba.

Essa brincadeira, obviamente, acabou quando Bolsonaro foi eleito. Assim, se tem algo de bom que pode ser tirado do episódio do Coronavirus é, justamente, a elucidação desses fatos e a identificação de que, talvez, seja melhor andar na direção contrária e ir ao encontro dos EUA de Trump.

Não é à toa essa aproximação meteórica com os EUA, que, pela primeira vez, acreditem, nos olham como parceiros estratégicos e não mais apenas como uma espécie de posto avançado ou até mesmo uma quase colônia.

Agora, não pensem também que essa mudança de percepção da importância do Brasil para os EUA é fruto do acaso. Eles passaram a nos respeitar mais, porque, assim como o lado de lá, perceberam que o Brasil será, invariavelmente, um dos principais atores da Geopolítica Mundial que será travada nos próximos 50 anos.


Da nossa parte, acho que temos que olhar para o que nos for mais interessante. Em nossa opinião o que mais nos favorece é um sólido estreitamento de laços com os americanos, enquanto estes forem governados pelo Partido Republicano, e, se possível (e acho que é), a manutenção do comércio internacional com a China, desde que sem grandes concessões.

Mas agora vem o difícil da história. Para que isso seja possível, é fundamental sedimentarmos um governo conservador que preze pelos interesses nacionais (o que não significa, em nada, não aderir ao livre comércio ou proteger qualquer setor tido como estratégico no país contra as leis do mercado).

FONTES:


- PENA, Rodolfo F. Alves. "Nova Ordem Mundial"; Brasil Escola. Disponível em: https://brasilescola.uol.com.br/geografia/nova-ordem-mundial.htm. Acesso em 29 de março de 2020.

- Paulo Roberto da Silva Gomes Filho –   http://www.paulofilho.net.br/blog




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