LIBERDADE DE IMPRENSA, SINCRETISMO, RESPEITO E FANATISMO.
(POR WILLIS DE FARIA)
Diante
dos acontecimentos atuais, resolvemos falar um pouco sobre a liberdade de
imprensa, apesar de que em postagens anteriores falamos sobre a Lei prestes a
ser promulgada sobre o controle da mídia, transformando-se em uma censura
acobertada por entrelinhas no Brasil. Coisas do governo atual, que se diz
Democrático, mas é um Governo Popular Socialista Sindicalista.
Liberdade de imprensa é
a capacidade de um indivíduo de publicar e dispor de acesso a informação
(usualmente na forma de notícia),
através de meios de comunicação em massa, sem interferência do estado. Embora a
liberdade de imprensa seja a ausência da influência estatal, ela pode ser
garantida pelo governo através da legislação. Ao processo de repressão da
liberdade de imprensa e expressão chamamos censura.
A liberdade de imprensa é
tida como positiva porque incentiva a difusão de múltiplos pontos de vista,
incentivando o debate e por aumentar o acesso à informação e promover a troca
de ideias de forma a reduzir e prevenir tensões e conflitos. Contudo, é vista
como um inconveniente em sistemas políticos ditadoras,
quando normalmente reprime-se a liberdade de imprensa, e também em um regime
democrático, quando a censura não necessariamente se torna inexistente.
Geralmente, refere-se a
material escrito, mas segundo alguns autores, o termo "imprensa"
pode, por vezes, alargar-se a outros meios de comunicação social. De qualquer forma, a
liberdade de imprensa corresponde à comunicação através da mídia, como jornais,
revistas ou a televisão enquanto a "liberdade de expressão" se aplica a
todas as formas de comunicação
como, por exemplo, nas artes.
De acordo com a organização
Repórteres sem fronteiras, o
Brasil ocupa a 99.ª posição do ranking de liberdade de imprensa em 2012, dentro
de uma lista composta por 179 países. O relatório aponta uma queda no índice em
relação ao ano de 2011. Portugal, em 33.º, subiu na lista. Cabo Verde, o
país lusófono melhor colocado do índice, ficou em nono com melhora
significativa. (Wikipédia, a enciclopédia livre).
A liberdade de expressão é
a luta do homem em busca do seu próprio espaço, é a possibilidade de manifestar
o que o seu íntimo exprime. Feliz do povo que hoje pode usufruir deste direito
fundamental, pois durante muito tempo gerações, em troca de suas próprias
vidas, foram obrigadas a se submeter ao poder dos mais abastados, que impediam
que a verdade fosse revelada.
Os piores momentos da
história ocorreram quando as comunicações e a publicidade dos atos eram
vigiadas de perto não permitindo o acompanhamento público.
Exemplo disto é um dos casos
mais memoráveis da História. Foi ao defender seus pensamentos que Sócrates foi
condenado judicialmente por seus patrícios sendo acusado de irreverência e
imoralidade. Irreverência porque negou os deuses reconhecidos pelo Estado e
imoralidade por suas doutrinas e pensamentos corromperem a juventude. O homem
que após mais de dois mil anos ainda tem seu legado em ascensão foi condenado à
morte por não ter seu direito de liberdade de expressão respeitado.
Rui Barbosa, em brilhante
passagem, afirmou que:
“A imprensa é à vista da
nação. Por ela é que a Nação acompanha o que lhe passa ao perto e ao longe,
enxerga o que lhe malfazem, devassa a que lhe ocultam e tramam, colhe o que lhe
sonegam, ou roubam, percebe onde lhe alvejam, ou nodoam, mede o que lhe
cerceiam, ou destroem e vela pelo que lhe interessa, e se acautela do que a
ameaça. (...) Um país de imprensa degenerada ou degenerescente é, portanto, um
país cego, um país de ideias falsas e sentimentos pervertidos, um país que,
explorado na sua consciência, não poderá lutar com os vícios, que lhe exploram
as instituições”. (BARBOSA,
Rui. A imprensa e o dever da verdade. São Paulo: Editor Papagaio, 2004.
p. 32/35).
Uma crítica ao sistema de
divulgação de informações pelas empresas jornalísticas é feita por muitos
analistas críticos.
“A lógica da imprensa no
capitalismo é exatamente a de misturar coisas, desorganizar qualquer
estruturação racional da realidade, e jogar ao leitor o mundo como um amontoado
de fatos desconexos e sem nenhuma lógica interna. Ao lado das manchetes, que
advertem sobre o pânico (da classe dominante) diante dos saques a
estabelecimentos comerciais, do aumento insistente dos assaltos, das greves, da
indisciplina civil, do terrorismo, convivem pacificamente manchetes sobre
vedetes, novos casamentos de artistas de TV, sobre como ganhar na loto, ou
sobre a vitória arrebatadora do time de futebol. Sem essa miscelânea, a
imprensa, organizada como empresa lucrativa, não teria sobrevivência comercial.
A mesma lógica acompanha o jornalismo radiofônico e televisionado”.
O
que falar sobre o atentado à redação da revista Charlie Hebdo,
onde malucos entraram atirando e mataram várias pessoas entre elas o grande
Georges Wolinski, 80 anos, vencedor do Grande Prémio do Festival de Angoulême
em 2005?
Devemos preservar sim a
liberdade de imprensa, sem perder o respeito pelas religiões. Neste espaço, por
exemplo, foram várias as matérias sobre humor e religião. Por que, afinal, não
devemos levar o mundo, nem a nós mesmos, tão a sério. Respeitar as diferenças é
importante, e nisso o Brasil vai bem, pois há sincretismo religioso pacífico
num país de dimensões continentais.
Começar o ano assim é para
deixar qualquer um de mau humor.
O SILÊNCIO DA GENTE BOA
Médico forense, Dr. TANAY, defende com dramáticos exemplos a conhecida reflexão de MAHATMA GANDHI :
"O PIOR DAS COISAS RUINS
DA GENTE RUIM, É O SILÊNCIO DA GENTE BOA".
Eram muitos os nazistas?
São muitos os muçulmanos fanáticos?
O autor desta mensagem é o Dr. Emanuel Tanay, nascido em 1928, judeu sobrevivente do holocausto,
conhecido e muito respeitado psiquiatra forense, radicado nos EUA.
Um homem, cuja família pertencia a aristocracia alemã
antes da Segunda Guerra Mundial, foi proprietário de uma série de grandes
indústrias e fazendas.
Quando lhe perguntaram, quantos alemães eram realmente
nazistas? A resposta que deu, pode guiar a nossa reflexão sobre o fanatismo:
Uma opinião sobre os fanáticos...
Digo que muito poucas pessoas eram nazistas de
verdade, porém muitos desfrutavam do renascimento do orgulho alemão, e muitos
mais estavam demasiadamente ocupados para se preocupar. Eu era um dos que só
pensavam que os nazistas eram um monte de idiotas.
Assim, a maioria simplesmente se acomodou e
deixou que tudo acontecesse.
Antes que déssemos conta, os nazistas
transformaram-se em nossos donos, perdemos o controle e o fim do mundo havia
chegado. A minha família perdeu tudo. Terminei num campo de concentração, e os
aliados destruíram as minhas fábricas.
Dizem-nos que a grande maioria dos muçulmanos só
quer viver em paz. O problema é que os fanáticos dominam o Islão, tanto neste
momento como em todos os tempos. São os fanáticos que marcham, são os fanáticos
que produzem guerras. São os fanáticos que sistematicamente massacram cristãos
e grupos tribais em África e vão adornando gradualmente todo o continente numa
onda islâmica.
Estes fanáticos (terroristas), são os que colocam
bombas, decapitam e assassinam. Trata-se de fanáticos que ensinam os seus
jovens a matar e converter-se em terroristas suicidas.
A maioria pacífica, a “maioria silenciosa” é
tímida e impercetível.
A Rússia comunista era composta de russos, que
somente queriam viver em paz. Os comunistas russos foram responsáveis pelo assassinato de 50 milhões de pessoas. A maioria pacífica era
irrelevante.
A enorme população da China era também pacífica.
Porém os comunistas chineses conseguiram matar assombrosamente 70 milhões de pessoas.
O indivíduo japonês médio, antes da Segunda
Guerra Mundial, não era um belicista sádico. Entretanto, o Japão assassinou e
massacrou na sua caminhada até o sul da Ásia Oriental, numa orgia de morte que
incluiu o assassinato de 12 milhões de civis chineses, a maioria morta pela
espada ou baioneta.
Não esqueçamos o Ruanda, que se derramou numa
carnificina? Pode dizer-se que a maioria dos ruandeses eram amantes da paz?
As lições da história são, com frequência,
incrivelmente simples e contundentes. Entretanto, apesar de todos os nossos
poderes racionais, muitas vezes perdemos o básico e singelo dos pontos: Os
muçulmanos amantes da paz tornam-se irrelevantes pelo seu silêncio. Os
muçulmanos amantes da paz convertem-se em nossos inimigos se não se pronunciam,
igualmente como o meu amigo da Alemanha, acordarão um dia e darão conta que os
fanáticos os possuem, e aí estará o começo do fim do mundo.
Os alemães, amantes da paz, japoneses, chineses, russos,
ruandeses, sérvios, afegãos, iraquianos, palestinos, somalis, nigerianos,
argelinos, e muitos outros foram mortos por
causa da maioria pacífica e silenciosa, que somente se pronunciou tarde de mais.
Quanto a nós, que somos espectadores diante dos
eventos que se estão desenrolando, devemos prestar atenção ao único grupo que
interessa: os fanáticos que ameaçam a nossa forma de vida.
Por último, qualquer um que duvide que esta
questão é grave e que elimina esta mensagem sem partilhar, está contribuindo
com a passividade que permite que estes problemas se agravem e se expandam.
Esperamos que milhares de pessoas, em todo o
mundo, leiam e pensem sobre isto, antes que seja demasiado tarde...




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