MASSACRE EM PARIS: “TERCEIRA GUERRA MUNDIAL AOS PEDAÇOS”

POR WILLIS DE FARIA

No dia 13 de Novembro de 2015, a capital francesa foi alvo de ataques terroristas múltiplos simultâneos, reivindicados pelo Estado Islâmico, organização terrorista também conhecida como “Daesh” (ad-Dawlah al-Islamiyah fi 'l-ʿIraq wa-sh-Sham). 

Os atentados de Paris à luz da conjuntura internacional podem ser considerados parte integrante de uma sequencia de atos terroristas praticados por grupos fundamentalistas islâmicos em diversas partes do mundo. 

O Estado Islâmico no Iraque e na Síria, assim como o Al Shabab e o Boko Haram, enfrentam o embargo internacional, não se associando diretamente a nenhum Estado. Além disso, o Estado Islâmico já é alvo frequente de bombardeios de diferentes coalizões que atuam na região, incluindo interesses opostos dos principais atores estatais envolvidos, sobretudo o Iran, a Rússia, a Arábia Saudita e a Turquia. 

Neste sentido, a reação internacional não poderia ser diversa do aparente consenso articulado pela maioria dos Estados em apoio à França e aos franceses. Entretanto, na prática, os mecanismos já existentes no Conselho de Segurança da ONU, incluindo o Comitê de Combate ao Terrorismo, representam baixo potencial para influenciar as partes envolvidas no conflito.

Este artigo objetiva explorar alguns dos argumentos defendidos pelo Presidente da França, Françoise Hollande, no contexto da guerra contra o terror, e apresentar uma analise da situação enfrentada pela França na perspectiva do complexo cenário internacional.

A França é representativa e estava fácil. Acho que acabou a paz para se realizar qualquer evento como serão as olimpíadas no Brasil. Um homem bomba ou centenas deles, quem sabe quantos serão? Bem, com tanta tecnologia e inteligência, não me falem em impossibilidade de exterminar esse povo.

Já passou da hora do mundo dar uma resposta humana a esses selvagens.
Não consigo enxergar a motivação política, porque a motivação religiosa, do atraso, da intolerância, da mediocridade, da ignorância, do fanatismo, turvam qualquer possibilidade de se enxergar mais profundamente uma outra motivação menos torpe e menos insana.

Já se fizeram guerras maiores por motivos nada nobres. Já não importa quantos serão os inocentes que pagarão a conta, posso ser um deles, mas terminada a carnificina que se faz necessária, poderemos voltar a falar em bom senso. Não sou carneiro, muito menos santo.

Por hora, quero cada um desses terroristas e desses fanáticos mortos. Vive le France!

Desde logo nossa solidariedade a todos os que, inocentemente, se converteram em “cadáveres antecipados”. O mais triste é saber que eles não foram as últimas vítimas da insanidade humana.

Quem falou em guerra mundial “aos pedaços” foi o Papa Francisco. Mas para o princípio da inteligibilidade do humano, muito provavelmente deveríamos eliminar a parte final da frase. 

Não fazemos guerras “aos pedaços”; de pedaços podemos falar em relação aos corpos dilacerados, sobretudo de inocentes. Mas quando nos referimos a nós, os humanos (muito superficialmente racional), a regra histórica é clara: vivemos em guerra, ou seja, somos beligerantes por natureza. Mirando nossa folha de antecedentes, não há como negar o princípio do “realismo beligerante ou guerreiro”.

O que o atentado em Paris representa?

Bom, em linhas mais simples, só da para pensar que, o Estado Islâmico não compactua da ideia de um mundo melhor, nem para seus componentes.

As vidas desperdiçadas, apenas pelo capricho de alguns, mostra que, o mundo está realmente na mão de poucos, o resto é tudo boiada.


Se realmente esses líderes acham que esses atos possuem a capacidade que mudar o mundo, e dará a glória aos seus realizadores, por que eles mesmos não se explodem e com isso vão ter uma vida repleta de felicidade junto ao seu Deus?

A guerra é do homem contra sua própria ignorância. O homem sempre acreditou que sua evolução estava atrelada a evolução tecnológica, a evolução de suas criações. Mas a evolução do próprio homem nunca foi assunto de muito interesse das massas nem dos governos. 

Poder, ego, ganância, medo, egoísmo, o que nós realmente evoluímos nisso nos últimos 5.000 anos? Ou seja, você abre o seu Smartphone ligado na rede 4G ou Wireless, com uma tela de alta definição de não sei quantos megapixels para ver a imagem de alguém sendo degolado no meio do deserto. É isso. 

Enquanto parte da humanidade vive já quase no século 22, há poucos metros de distância na calçada da sua rua outros vivem como se fosse há 1.000 anos. Ou seja, é um mundo desbalanceado onde a interação entre as partes em diferentes estágios de evolução vai ser sempre caótica.

A guerra reciprocamente declarada entre o Estado Islâmico e a França (incluindo os EUA e vários outros países) não é algo excepcional na existência humana. Os seres humanos matam uns aos outros desde que desceram das árvores. Não seria surpresa (diz Matthew White) “encontrar corpos ocultos no alto das suas folhagens”. 

A arqueologia está cheia de ossos humanos com fraturas provocadas por armas. Milhões e milhões e milhões de seres humanos já foram trucidados por outros seres humanos (Steven Pinker).

Guerreamos pelas nossas vidas, pelas nossas coisas, pela nossa cidade ou país, pelas nossas preferências políticas, pelas nossas ideias, pela nossa família ou por amigos, por espaços no trânsito, por territórios lícitos ou ilícitos, pelo nosso time... E, por que não?, também por religiões. Não existe o sujeito “neutro” (Foucault): somos, então, necessariamente, adversários de alguém (de alguma ideia, de algum “inimigo” pessoal ou coletivo, de alguma crença, de alguma ideologia).

A teoria filosófico-jurídica, sob o amparo da “teoria da soberania” (desenvolvida no final da Idade Média), difunde a ideia discutível (para não dizer mentirosa) de que é a partir do poder soberano que a sociedade é estruturada de forma pacífica (de cima para baixo, de maneira hierarquizada).

Tudo isso é dito para esconder a verdadeira realidade das “relações de poder e de dominação”, as quais, enfocadas de baixo para cima (Foucault), são fundadas em guerras, desavenças, conflitos, rebeldias, insurreições, discussões, litígios e dissidências. Todo o direito é fruto de muita guerra, de muito conflito.

No mundo jurídico difunde-se outra ideia equivocada (sintetizada por Cícero) de que “inter arma silent leges” (sob guerras, as leis silenciam). Não haveria nem sequer o poder político enquanto existem guerras. Em outras palavras, cessadas as guerras, nasceria o poder político. Ilusão. “A guerra nunca desaparece porque ela presidiu o nascimento dos Estados, do direito, da paz e das leis. Todas essas instituições nasceram do sangue e do lodo das batalhas e das rivalidades, que nunca foram (como imaginavam os filósofos e juristas) batalhas e rivalidades ideais (sim, reais). 

A lei não nasce da natureza, como se fosse uma fonte a que acessavam os primeiros pastores. A lei nasce de conflitos reais: massacres, conquistas, vitórias que têm suas datas e seus horrorosos heróis; a lei nasce das cidades incendiadas, das terras devastadas; a lei nasce dos inocentes que agonizam ao amanhecer” (ou ao anoitecer).

Nem antes nem depois da Primeira (1914-1918) ou da Segunda Guerra mundial (1939-1945) o humano nunca deixou de estar envolvido em conflitos mortíferos. Guerra laica, guerra santa, guerra ostensiva, guerra insidiosa, guerra infinita, guerra preventiva... Adoramos a guerra (as potenciais vítimas, sobretudo as civis, evidentemente, não pensam assim) como a mitologia adorava os deuses. 

Não guerreamos “aos pedaços”, sim, permanentemente. Em todas as relações de poder (ou melhor: de dominação, como diria Foucault) está presente a guerra (o litígio, o conflito, a desavença).

Por que a França?

Gilles Lapouge (Estadão15/11/15: A=19) responde: “A França é detestada pelos homens da morte – tanto quanto os EUA. As razões? A mais inteligível é o envolvimento de Paris na coalização contra o EI liderada pelos americanos. No Iraque, e na Síria aviões Rafale e Mirage franceses bombardeiam posições do grupo extremista. Mas a memória do ódio vai longe.

O EI não perdoa a França por ter assinado, em 1916, o acordo Sykes-Picot, que desmantelou o Império Otomano e dividiu seus despojos entre a França, que recebeu o Líbano, e a Inglaterra, que ficou com a Síria. Enfim, a França cometeu outra vilania. Entre todos os Estados, é aquele que observa com maior vigilância o secularismo – estatuto que autoriza e protege todas as religiões sem privilegiar nenhuma delas (...)

A França é um dos países que mais envia aprendizes assassinos à Síria. Lá eles são recebidos, passam por uma lavagem cerebral e são instruídos a matar”.

Para Obama e seus aliados os ataques do EI, particularmente os recentes (contra a Rússia, derrubando um avião, no Líbano e, agora, na França), “vão certamente provocar uma reavaliação da ameaça e exigirão uma estratégia ainda mais agressiva contra o Estado Islâmico”. 

O que era uma guerra regional se tornou global. Mas não se trata de uma guerra “aos pedaços”. O mundo, desde que é mundo, sempre esteve em guerra. Os humanos e a guerra formam uma díade inseparável.

Os Atentados de Paris e a Revitalização da Doutrina Bush

A doutrina Bush defendida pelos Estados Unidos logo após os atentados de 11 de setembro de 2001 ofereceu fundamento legal para articular a intervenção norte-americana no Afeganistão. O argumento da legítima defesa preventiva, utilizado como principal justificativa para a intervenção militar no Iraque, por outro lado, passou a polarizar as criticas relativas à doutrina de segurança nacional do governo Bush. 

Todavia, a doutrina Bush é muito mais ampla, demandando uma posição firme por parte dos Estados na luta contra o terrorismo internacional. A abordagem desta é essencialmente compatível com as obrigações impostas pela resolução 1373 (2001), incluindo a obrigação de negar suporte passivo, bem como patrocinar ativamente organizações terroristas internacionais. 

Além disso, o reconhecimento do direito de legitima defesa dos Estados Unidos, por parte das resoluções do Conselho de Segurança, antes mesmo de identificar os responsáveis pelos atentados de 11 de setembro de 2001, inicia uma prática internacional destinada a legitimar o uso da força contra os chamados “failed states”, Estados que não exercem controle efetivo sobre todo o território.

A noção de responsabilidade objetiva relacionada ao argumento da legitima defesa contra o suporte passivo ao terrorismo não é resultado da violação direta do principio da proibição do uso da força, mas decorrência de nova abordagem no que se refere ao dever de diligência dos Estados soberanos. 

Neste sentido, o surgimento de vastas áreas controladas pelo Estado Islâmico na Síria e no Iraque oferece mais um desafio à lógica que legitima o discurso do uso da força para justificar a intervenção militar destinada a reprimir a atividade de atores não estatais não vinculados diretamente a nenhum Estado. 

Neste ponto, a situação atual é diferença daquela relacionada ao elo entre Al Qaeda e Afeganistão, pois era inquestionável a cooperação entre o Taliban e a Al Qaeda.

A reação imediata oficial da França, se comparada às diretrizes da doutrina Bush, pode ser considerada uma continuação da abordagem militarista dos Estados Unidos logo após os atentados de 11 de setembro de 2001: “Este é um ato de guerra perpetrado por um exercito terrorista, um exercito jihadista, Daesh, contra a França. É um ato de guerra que foi preparado, organizado e planejado no exterior, com cumplicidade interna, a qual a investigação auxiliará a estabelecer.”

Apesar de semelhante ao discurso dos Estados Unidos nos momentos fundadores da guerra contra o terror, a afirmação do Primeiro Ministro da França, Françoise Hollande deve ser compreendida à luz do contexto internacional atual. 

A presença de nacionais franceses, dentre os terroristas suicidas, complica mais a situação, deixando claro que a resposta militar sem coordenação com o serviço de inteligência interno e internacional não será suficiente para garantir a segurança dos franceses e estrangeiros na França. 

Por outro lado, a Síria e o Iraque já são alvo de bombardeios constantes de alianças diversas, incluindo a participação da França.

A opção de intervenção militar por terra, nos moldes da intervenção liderada pela OTAN no Afeganistão, também não será suficiente para encerrar o conflito interno, pois qualquer solução, neste momento, deverá incluir o governo do ditador Assad, agradando pouco os rebeldes sírios, a Arábia Saudita, os países do Golfo e a Turquia que defendem a retirada do Presidente Assad do poder.

O fato de o Estado Islâmico ter reivindicado a autoria dos ataques de Paris também não oferece qualquer solução simples, de maneira que não há demandas concretas, mas sim um entrechoque de ideologias, claro no discurso do Daesh: “Nós iremos, com a ajuda de Alá, a Paris antes de Roma e antes da Andaluzia, e nos escureceremos a sua existência e explodiremos a sua Casa Branca, o Big Ben e a Torre Eiffel, com a vontade de Alá”

As motivações do Daesh indicam abordagem muito semelhante da que motivou os atentados da Al Qaeda nos Estados Unidos e na Europa na primeira década do século vinte e um. Não obstante, a crescente radicalização islâmica de nacionais europeus, bem como a participação direta destes no conflito na Síria, associado ao contexto das revoluções da chamada Primavera Árabe, e ao grande fluxo de imigrantes sírios na Europa, agrega conflitos inerentes de difícil enfrentamento. 

Apesar de os muçulmanos na Europa, e na França, representarem uma minoria, as tensões sociais na Europa podem ser atribuídas ao fracasso das sociedades europeias em promover a assimilação dos descendentes dos imigrantes das antigas colônias britânicas e francesas na África e na Ásia.

Conclusões

A análise dos atentados terroristas de Paris, associada a conjuntura internacional associada ao contexto europeu, revela a contradição inerente a qualquer aparente concordância entre as lideranças internacionais no que se refere a guerra contra o Estado Islâmico.

A lógica do inimigo comum não se sustenta no campo de guerra, de maneira que a perspectiva de um acordo político em Viena, destinado a solucionar o conflito na Síria dificilmente reduzirá a cisão entre as diferentes versões da teologia islâmica, incluindo a cisão entre sunitas e xiitas, e as diversas fragmentações de modelos de Estado sunitas, dentre elas a vertente fundamentalista representada pelo Estado Islâmico.

CLIQUE NO LINK PARA CONHECER A EXPANSÃO ÁRABE.


CLIQUE NO LINK PARA CONHECER A EVOLUÇÃO DO ISLAMISMO.



Como foi criado o símbolo que representa a esperança após os atentados de Paris.
Os atentados de Paris de sexta-feira deixaram 129 mortos e 352 pessoas feridas, e muitas em estado grave. França declarou estado de emergência e fechou as fronteiras. O Estado Islâmico assumiu a autoria dos ataques, e o primeiro-ministro, Manuel Valls, disse: «estamos em guerra.»

Em meio ao caos, um símbolo começou a tornar-se viral nas redes sociais e no mundo: o «Peace for Paris» (Paz para Paris). Ele foi criado por Jean Jullien, designer francês de 32 anos que mora em Londres.

A ilustração é simples e poderosa: o símbolo hippie de «paz e amor», mas com a torre Eiffel no meio, tudo desenhado com traços grossos e escuros num plano de fundo branco.

Em questão de horas, o «Peace for Paris» apareceu em t-shirts, cartazes, bandeiras, entre outros, mostrando a solidariedade do mundo após o pior ataque à França na história recente. Jullien disse ao Wired que criou o símbolo por instinto:

Foi uma reação. A primeira coisa que me veio foi a ideia de paz, de que precisávamos de paz. Eu estava a procurar por um símbolo de Paris, e, obviamente, a Torre Eiffel foi a primeira coisa que veio à mente. Eu apenas liguei ambos. Sabe, não houve muito processo de trabalho por trás disso. Foi mais uma reação instintiva e humana do que a reação de um ilustrador.

O designer diz que foi acusado de oportunismo por criar o símbolo poucas horas após os ataques. No entanto, ele diz: «estou até envergonhado por estar a receber tanta exposição por causa de um evento tão trágico.

Jullien acrescenta: eu não fiz isso para beneficiar de qualquer forma. Foi a minha maneira de comunicar com as pessoas que eu conheço e mostrar que eu estava a pensar sobre todos os afetados em Paris. O facto de que as pessoas partilhar e usar a imagem são algo bom. Esta é uma imagem para todos.

FONTES:
- ARIELY, Dan. Positivamente irracional. Tradução: Afonso Celso da Cunha Serra. Rio de Janeiro: Elsevier, 2010.

- WHITE, Matthew. El libro negro de la humanidad. Tradução de Rosa María Salleras Puig e Silvia Furió. Buenos Aires: Crítica, 2012, p. 18.

- FOUCAULT, Michel. Genealogia del racismo. Tradução: Alfredo Tzveibel. La Plata: Coleção Caronte Ensaios-Editorial Altamira, s. D., p. 47.

- FOUCAULT, Michel. Genealogia del racismo. Tradução: Alfredo Tzveibel. La Plata: Coleção Caronte Ensaios-Editorial Altamira, s. D., p. 47.

- G1. Estado Islâmico: conheça o grupo, seus objetivos e suas estratégias: decapitações e outras formas de terror tornaram organização conhecida radicais islâmicos controlam território entre Síria e Iraque. Globo. Com. 8, Jun, 2015

- Greig, Rebeca. ISIS, Al Qaeda And Boko Haram: Who Are The Terrorists Responsible For Ruining Our World? International Business Times. 17, Jul., 2015.

- Al Jazeera. The Syrian conflict: Russia vs the West? Talk to Al Jazeera. 11, Out., 2015

- Afsah, Ebrahim. Contested Universalities of International Law. Islam’s struggle with modernity. Journal of the History of International Law. 10 (2008) pp. 259-307

- March, Andrew. Geneologies of Sovereignty in Islamic Political Theory. Social Research: An International Quarterly. V.80, N. 1, Spring 2013, pp. 293-320

- Brockmeier, Sarah. Stuenkel, Oliver. Tourinho, Marcos. The Impact of the Libya Intervention Debates on Norms of Protection. Sarah Brockmeier, Oliver Stuenkel & Marcos Tourinho (2015): TheImpact of the Libya Intervention Debates on Norms of Protection, Global Society, pp. 1-21

- Otto, Jan Michiel. Sharia Incorporated: A Comparative Overview of the Legal Systems of Twelve Muslim Countries in Past and Present. Amsterdam University Press - Leiden University Press Academic. 2011

- Tisdall, Simon. The Turkish foreign minister, Ahmet Davutoglu, who said the lives of millions of Syrians were at risk. The Guardian. 19, Out., 2012

- Al Jazeera. Iran 'deploys troops' to help Syrian army offensive. Al Jazeera. Com. 15, Out, 2015

- Azikiwe, Abayomi. Yemen Facing Famine as Saudi-GCC War Impacts Millions. Global Research. 30, Jun., 2015 < Vide nota22.

- Gordonsept, Michael R. Russia Surprises U. S. With Accord on Battling ISIS. The New York Times. 27, Set., 2015

- Waisberg, Tatiana. Os Estados Unidos e a Guerra contra o Terror: o uso da força contra o terrorismo nas Doutrinas Bush e Obama. Boletim Mundorama. 16, Ago., 2014

- Nossiter, Adam. Breeden, Aurelien. Bennholdnov, Katrin. “Three Teams of Coordinated Attackers Carried Out Assault on Paris, Officials Say; Hollande Blames ISIS”. The New York Times. 14, Nov., 2015

- Le Monde. Attaques à Paris: les questions que vous nous posez. Le Monde. Fr. 14, Nov., 2015

- The Economist. Islam in Europe. 7, Jan., 2015.

- Anghie, Antony. Imperialism, Sovereignty and the Making of International Law. Cambridge University Press. 2004

- Luiz Flávio Gomes - Jurista e professor. Fundador da Rede de Ensino LFG. Diretor-presidente do Instituto Avante Brasil.

- Tatiana Waisberg - Professora de Direito Internacional na Escola Superior Dom Helder Câmara. Mestre em Direito Internacional pela PUC-MG e Universidade de Tel Aviv Pesquisadora do Centro Zvi Meitar para Estudos Avançados em Direito da Universidade de Tel Aviv (2005-8). Consultora Jurídica em Belo Horizonte.







Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

ILHA DAS COBRAS - (VITÓRIA - ES)

23 DE MAIO DE 1535 – A CHEGADA DE VASCO FERNANDES COUTINHO AO ESPIRITO SANTO.

HISTÓRICO DOS ATERROS DA BAIA DE VITORIA- ES